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Sunday, April 06, 2008

O Rosto do Racismo!

O Rosto do racismo'!
2007-11-19·


Quando eu vivia em Angola, não sabía o que era na realidade, racismo. Racismo era para mim apenas uma palavra, nada mais do que isso. Em Angola, convivemos com várias raças. O nosso parlamento é visivelmente multi-colorido e multi-racial. O mesmo se pode dizer do nosso governo. Na escola, tive colegas de todas as raças. Sempre nos dêmos bem, sem grandes makas! Apesar de eu mesmo ter a pele muito clara para alguns, o que já levou alguns a me chamarem nomes como 'mulato', nunca em Angola vivi alguma situação que me fizesse pensar que existe racismo.

Depois de chegar á Europa, comecei a perceber que racismo não é só uma palavra. Me apercebí que afinal em Angola, apesar de existír um certo tribalismo, não existe racismo de pretos contra brancos no verdadeiro sentido da palavra. O racismo existe mesmo e está presente é cá na Europa. Não é que eu por cá já tenha pessoalmente vivido uma experiência de racismo. Pelo contrario. O mais estranho até, é que, dificilmente existem pretos que vivam na Europa sem que se tornem pelo menos um bocadinho racistas. É que, devído os constantes insultos contra a raça 'negra', pouco á pouco o ressentimento contra os da raça oposta vai crescendo, quer queirámos ou não.

O que se segue serve de alerta especial a todos os angolanos residentes em Angola, mas também a todos os africanos que entendam a lingua portuguesa (moçambicanos, guinienses, Cabo-verdianos e São-Tomenses e até congoleses) e que se encontrem nos seus respectivos países. Serve também como chamada de atenção aos dirigentes africanos dos mesmos países, em particular de Angola.

No dia 17 de Outubro do ano corrente, uma senhora chamada Maggy Delvaux-Mufu, de nacionalidade belga mas de origem congolesa, de 42 anos e mãe de 3 filhos, residente em Luxemburgo, que foi constantemente vitima de racismo naquele país, tomou uma atitude bastante radical para chamar atenção da sociedade naquele país e a nível mundial sobre a presença do racismo e seus efeitos nefastos.

A senhora em causa, estava atolada em dividas. Desesperada, recorreu a uma organização que ajuda a solucionar problemas relacionados com dívidas naquele país(na Holanda exíste uma organização semelhante). Ela escreveu várias cartas a esta organização, explicando os motivos das suas divídas, o montante da divída, e solicitando ajuda. Em resposta, a senhora em causa ao invés de receber da referida organização algum tipo de apoio(o procedimento normal nestes casos sería convidar a senhora para uma entrevista, analisar bem o caso dela e depois establecer algum critério que lhe ajudasse a saldar a divida, desde que ela se comprometesse a pagar em 'miúdos', depois de 1 ou 2 anos, o dinheiro de volta á referida organização)ela foi recebendo cartas de conteúdo racista, vez após vez, o que passava a mensagem de que, pelo facto dela ser 'negra', não merecía apoio algum, e que só mesmo pessoas da raça dela('negra') é que se individaríam a tal ponto.

Delvaux-Mufu não teve apenas esta experiência de racismo na sua vida. Antes disso, a senhora Mufu já notava que em alguns lugares lhe eram dado 'olhares estranhos' apenas por ser preta. Já se confrontara com situações em que foi chamada de 'negra', ou discriminada de outras maneiras. A senhora Mufu estava farta de ser discriminada. As cartas de conteúdo racista foram a gota d'água para ela.

Uma Atitude Chocante!

Em reação ás varias cartas de conteúdo racista que foi recebendo, a senhora Mufu decidíu escrever para vários jornais avisando da situação dela e que ela se queimaría viva em público, já que por ser 'negra' não merece gozar dos mesmos direitos que os outros cidadãos naquele país (notem que ela tinha nacionalidade europeia). O Jornal 'Le jeudi' tornara pública uma de suas cartas, em que a senhora dizía em parte: 'eu sou contra todo tipo de violência mas o que se passa é que cada dia que passa eu e a minha familia temos de suportar violência moral, discriminação e muito mais do senhor Juncker da admnistração', disse na carta publicada na semana passada.

A senhora Mufu alertara a opinião pública nacional que se queimaría viva no largo dos mártires no centro de Luxemburgo as 12 horas, em protesto contra o racismo. Apesar de muitos dos leitores dos jornais e até instancias do estado a principio não levarem a sério as palavras desta senhora de origem africana, a policia foi alertada e um grupo de oficiais foi destacado para o local.

No mesmo dia que a senhora Mufu prometeu queimar-se viva, esteve antes, pela manhã, em frente ao gabinete do primeiro ministro protestando contra a maneira que estava a ser tratada e solicitando ajuda para melhorar a sua situação financeira. Durante o protesto, a senhora Mufu reiterou a sua ameaça de se queimar viva em protesto contra o racismo. Ninguém do gabinete do primeiro ministro deu ouvidos á senhora mas a policia mais uma vez foi alertada.·
Mais tarde, no mesmo dia, a senhora Mufu dirigiu-se ao largo dos mártires, no centro de Luxemburgo. Camufladamente, ela carregava com ela uma bolsa onde havia um Isqueiro e uma lata de gasolina. A polícia já patrulhava a área. Repentinamente, a senhora Mufu muda de planos. Ao invés de dirigír-se ao largo dos mártires como avisara, ela se dirige agora para a 'praça das armas', um lugar oposto ao largo dos mártires, onde se reunía um grupo de jornalistas que cobría um evento organizado pelo 'Movimento ecológico’.


Ás pressas, a senhora Mufu se dirige para o meio dos jornalistas, e avisa que estava prestes a sacrificar a sua vida em protesto contra o racismo. Momentos depois, num gesto que assustou as centenas de pessoas concentradas no local, a senhora Mufu abre a sua bolsa e retira dela uma lata de gasolina e despeja sobre si! A multidão entra em panico. Em poucos segundos, a senhora Mufu já tem um Isqueiro aceso na mão e incendia-se a sí mesma no meio de toda multidão reúnida! Bastou acender o isqueiro e a senhora Mufu transforma-se logo numa tocha humana. Imediatamente os jornalistas tentaram abafar o fogo com os seus casacos e camisolas, enquanto a senhora Mufu começava a gritar bem alto e correndo, devido a dor que sentía. Foi uma cena deveras chocante, inimaginável. Abaixo, seguem algumas imagens desta cena horripilante, conforme saíu no canal de televisão RTL.







Centenas de pessoas começaram a correr dispersas enquanto viam no centro da cidade uma mulher negra, envolta em chamas, a correr e a gritar em desespero. Pelos gritos da senhora Mufu dava para perceber quão grande era a dor que sentía devido a queimadura. Alguns dos transeuntes devído aquela cena começaram a vomitar, outros simplesmente fugiram do lugar. Quando as ambulancias e os bombeiros chegaram no local, as chamas já tinham sido extintas do corpo da senhora pelas dezenas de pessoas que acorreram em seu socorro.

Delvaux Mufu foi levada para o hospital ainda viva, mas em estado grave. Até hoje ela continua viva mas lutando pela sua vida no hospital Bon Secours METZ, onde se encontra internada. Tem recebido diversas visitas de pessoas de diferentes escalões sociais, desde politicos até membros de ONG's e activistas dos direitos humanos.

A Necessidade de uma África para os africanos.

Como residente na Europa, o berço do racismo, tenho andado a reflectír muito nestes últimos dias na atitude desta senhora congolesa. Delvaux Mufu tem sido chamada de 'O rosto do Racismo', e a sua atitude expõe a hipócrisia da sociedade europeia no que se refere ao racismo. O racismo existe, e na Europa tem raízes muito fortes. O africano até nos dias de hoje continua a ser humilhado, barrado em muitas áreas na Europa apenas pela sua aparência e côr da pele. Não existe no mundo nenhuma raça mais discriminada e humilhada do que a raça 'negra'. Dificilmente eu tería orgulho de alguma vez ser chamado de europeu, ainda que exiba a nacionalidade holandesa. A senhora Mufu era 'belga' de nacionalidade, mas tinha um 'handicap': era 'negra', e para os adeptos de 'James Watson', ela é inferior e portanto não merece os mesmos direitos que os europeus autoctenes.

Perante esta realidade, surge a necessidade de construírmos uma África onde o homem africano se possa sentír verdadeiramente dono da sua terra e do seu destino.

Isso só vai acontecer quando os líderes africanos tomarem consciência de que é hora de começarem a investir no homem africano. Isso evitará que o africano tenha de emigrar constantemente a procura de pão, trabalho e liberdade além fronteiras.

No caso de Angola, não basta só termos líderes que dizem: 'Primeiro o angolano, segundo o angolano...o angolano sempre!'. Esta teória cai por terra quando se excluiem deliberdamente alguns angolanos por serem Kimbundus ou por terem nascido em Luanda. Quando defendemos primeiro o angolano, deve significar defender o angolano de todas as tribos do nosso país, sem que se queira impôr de maneira discreta ou aberta uma tribo como superior em relação á outra.

Se cultivarmos o hábito de nos defendermos, de nos valorizarmos como africanos que somos, evitaremos assistir constantemente a fuga massiva de africanos de África para a Europa onde quase sempre acabam sendo discriminados e tratados como cidadãos de segunda. Recentemente o Israel expulsou 45 imigrantes africanos de Darfur, que pretendiam se refugiar naquele país. Eles nem foram permitidos entrar no país.
Foram simplesmente expulsos e abandonados á sua sorte, e nem contaram com a solidariedade de país africano algum!

.
Os líderes africanos devem ganhar juízo e cultivar valores como solidariedade, amor e respeito para com o seu povo. O africano deve sentír-se seguro e orgulhoso de viver em África, porque não existe nenhuma outra parte do mundo onde o homem africano ou 'negro' não seja discriminado. Irónicamente até em África o africano é discriminado na côr da sua pele; não é só discriminado: é privado de todos os seus direitos fundamentais, fazendo-o emigrar em busca de novas perspectivas. O cúmulo da vergonha é assistirmos em Angola, cidadãos perderem suas casas a favor de alguns refugiados portugueses, supostamente os donos das mesmas casas antes da Independência. O caso mais recente é o do cidadão português José Borges, que para além de ser um cidadão português, que comprovadamente se encontrava ilegal, ainda lhe foi dado o privilégio de abrir um processo judicial contra um conhecido jornalista angolano. Este privilégio jamais um refugiado africano terá na Europa. Os nossos líderes são tão distraídos, que logo após a dipanda se esqueceram de promulgar leis que condenassem o colonialismo e até os 'comprovados' ex-colonialistas; ao invés disso, assiste-se a chegada massiva de vários ex-colonialistas em Angola, a maioría deles refugiados económicos, que se dão ao direito(que lhes é dado) de exigír as suas pertences do periúdo colonial, conquistado ilegalmente em Angola! É assim que muitos de nós acabamos por nos encontrar na mesma situação vivida por Delvaux-Mufu.

Esta senhora podía ser angolana. Esta senhora podía ser a mãe ou a irmã de um de nós. Esta senhora é uma africana que merecía estar em África a viver bem (o Congo é um país tão rico)!

Conforme eu dizia no início, em Angola nunca vivi uma experiência pessoal de racismo. Mas um amigo meu, um angolano estudante na África do Sul que recentemente visitou Angola de férias, me deu novidades nada agradaveis relacionado a este assunto. Ele constatou em loco, para a sua tristeza, que há uma tendência muito grande do aumento do racismo em Angola. Segundo ele, existem empresas em Angola, principalmente bancos, que preferem contratar pessoal de raça branca ou raça mestiça (em Angola existe raça mestiça, basta dar uma olhada no B.I de alguns),como seus funcionários. Estes, auferem geralmente um salario melhor, para não mencionar outros privilégios.

Certa vez tentei questionar isso a uma amiga advogada, uma jovem angolana de 'raça mestiça' residente em Luanda. Quís saber dela, desse boato que exíste por ai, de que nos bancos em Angola e em algumas empresas, os brancos e mulatos são privilégiados. A resposta dela foi mais ou menos esta:

'Tens de vêr que as empresas precisam de pessoas competentes para trabalhar nas mesmas, não se trata de racísmo, trata-se de competencia', respondeu ela.

'Então queres dizer que os pretos não são competentes'? Perguntei eu admirado com a resposta dela. Ela não soube me responder a esta pergunta.

Eu só espero que no meu regresso para Angola, depois de aturar os racistas de cá, não me volte a confrontar com os racistas de lá. A minha atitude podería ser tão radical como a da senhora Mufu....mas de maneira inversa!

Até lá, rezemos todos pela recuperação da senhora Mufu, uma africana corajosa que se mostrou disposta a sacrificar a sua vida em protesto contra o racismo!

Para você que leu e entendeu...por favor: passe a mensagem!


Quarta, 16 Novembro 2011

Racismo à brasileira: Desigualdade social atrelada à questão racial

Afro descentes negros e brancos nunca viveram em condições igualitárias
Nesta Semana da Consciência Negra, lembrada no Brasil até o próximo domingo, é recorrente a reflexão sobre o chamado “racismo à brasileira.”
A história tem mostrado que no país de maioria afrodescendente negros e brancos nunca viveram em condições igualitárias, mas, por outro lado, também não conviveram num regime de apartheid. Para especialistas, esse contexto dúbio levou o país a desenvolver um tipo de "racismo dissimulado". Pesquisas já mostraram que a grande maioria dos brasileiros admite a existência do problema no país. No entanto, essas mesmas pessoas afirmam não ter preconceito racial.
Para Edson Borges, professor do Núcleo de Estudos Afro Asiático da Universidade Cândido Mendes, os graves problemas vividos pelos afrodescendentes no Brasil fazem parte de uma complexa articulação desse racismo velado com as desigualdades sociais. “A desigualdade social brasileira ela está agarrada a diversos fatores: renda, moradia, condições de saúde. Mas, ela é estritamente associada á questão racial. O modelo brasileiro do racismo a brasileira é muito específico e tornou-se algo invisível, mas profundamente presente,” explica.
O analista lembra que o racismo dito “invisível” se constituiu dessa forma no Brasil por causa da história da escravidão no país: “Durante a própria escravidão, apesar das distinções, o negro foi integrado na sociedade em pequenas parcelas, dentro de pequenos núcleos pautados pela miscigenação. Então, por isso, nós tivemos a concepção de uma escravidão que teria um sentido mais benigno. Mas, o racismo, na verdade, pontuou a história brasileira o tempo todo.”
Edson Borges lembra que a diferença da concepção do racismo no Brasil fica mais evidente quando comparamos o modelo brasileiro com o americano e o sul-africano. “O modelo norte-americano é clássico porque também foi fundada uma sociedade escravista, mas com inspirações diferentes. Já retiravam o negro da própria condição de pessoa e o colocando á parte. Lá nós tivemos uma clara construção de “apartamento”, de separação e de políticos estatais de segregação. Isso também aconteceu no quadro sul-africano. Então esses dois quadros definiram claramente políticas de segregação envolvendo negros e brancos. No caso brasileiro, o racismo tornou-se invisível, como se o estado não tivesse participado.”
O estudioso lembra que toda a camuflagem da prática brasileira de discriminação contra negros tem sido, cada dia mais, percebida. Esseentendimento da forma como se dá a questão racial brasileira tem, inclusive, mudado a configuração da luta anti-racista no país, cada vez mais internacionalizada, contando pouco com apoio interno. “Essa luta tem conquistado poucos apoios entre os brancos brasileiros. Há uma grande dificuldade de que o branco, empresários, artistas, conjuguem uma luta conjunta contra o racismo á brasileira. Por causa exatamente daquela concepção reinante de que no Brasil o racismo pontual, individual e não estrutural não temos ainda um grande movimento cívico, e nem sei se um dia teremos, que lute contra o racismo à brasileira.”
O estudioso destaca, ainda, que a impossibilidade de camuflagem do grave problema no Brasil tem forçado avanços nos últimos anos, na área, sobretudo, nos governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e o presidente Luis Inácio Lula da Silva. “Torna, a nível internacional, cada vez mais difícil o Brasil negar a existência de um racismo devido a dados quantitativos envolvendo a população negra brasileira. Isso levou o governo Fernando Henrique Cardoso, em 2001, na Conferência de Durban, a assumir responsabilidade histórica frente ao racismo e também a necessidade de operar com políticas estatais que foram prosseguidas por Estados e Municípios”, afirma.
“Temos assistido a avanços e teremos um julgamento épico no Supremo Tribunal Federal (STF), no próximo ano, da questão da constitucionalidade ou não das ações afirmativas, principalmente, nas universidades públicas brasileiras,” lembra Edson Borges.  “Outro ponto que eu destacaria é o aprofundamento e a organização a nível nacional e internacional dos movimentos sociais negros brasileiros se mobilizando para buscar apoios internos e externos para políticas contra o racismo a brasileira.”
Lembrando que a Semana da Consciência Negra no Brasil é marcada pelo Afro XXI, evento que vai reunir, em Salvador (BA), de amanhã (17) até o próximo domingo (20), diversos líderes da sociedade civil, de governos e parlamentares de países ibero-americanos e africanos. O evento faz parte das últimas comemorações do Ano Internacional dos Afrodescendentes, como foi definido este ano de 2011 pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Por Maria Cláudia Santos | Belo Horizonte - VOA

FOI ASSIM QUE ELES TRAÇARAM O NOSSO DESTINO. ANALISEM PROFUNDAMENTE CADA UMA DAS PALAVRAS USADOS POR ESTE EMISSÁRIO DE SATANÁS NO SEU DIABÓLICO DISCURSO. By M N. Nvunji

Discurso de Peter W Botha -1985 para os membros do seu Gabinete.
PRIMEIRO MINISTRO DA AFRICA DO SUL RACISTA (1978 - 1984 )
18 Agosto de 1985.

“Pretoria foi erguido pela mente branca para o
homem branco.
Não somos obrigados a provar a qualquer um nem mesmo aos pretos que nós somos um povo superior.
Já demonstramos de mil e uma maneiras.
A República da África do Sul que nós hoje conhecemos
não foi criada apenas de sonhos. Nós criamo-la à
custa da inteligência, do suor e de sangue. Foram os
Afrikaners que tentaram eliminar os Aborigines
Australianos? São os Afrikaners que discriminam aos
pretos e os chamam Nigge*rs nos Estados Unidos? Foram os
Afrikaners que começaram o comércio do escravos? Onde
o homem preto é apreciado? Inglaterra discrimina os
seus pretos a sua lei de “Sus” está para disciplinar
os pretos. Canadá, Franca, Rússia, e Japão também
discriminam. Por que tanto barulho por nossa causa?
Por que nos condenam a nós?
Eu estou tentando simplesmente provar a todos que não
há nada incomun no que estamos fazendo – diferente do que o mundo
chamado civilizado está fazendo. Nós somos
simplesmente um povo honesto com uma filosofia
clara de como nós queremos viver a nossa própria vida
branca.

Nós não fingimos que gostamos de pretos como
outros brancos fazem.
O facto dos negros parecerem seres humanos e agirem
como seres humanos não lhes faz necessariamente seres
humanos sensiveis. O porco não é porco-espinho e o
lagarto não é crocodilo simplesmente porque são
idênticos.
Se Deus nos quisesse iguais aos pretos,
criava-nos a todos de uma unica cor e com intelecto
uniforme. Mas criou-nos diferentemente: brancos,
pretos, amarelos, governantes e governados.

Intelectualmente, nós somos superiores aos pretos;
isso foi provado para além de toda a dúvida razoável ao longo
dos anos.
Eu acredito que o Afrikaner é honesto, pessoa temente a Deus, que
demonstrou praticamente a melhor forma de estar. Não obstante, é
confortavél saber que por detrás das cenas, Europa, América,
Canadá, Austrália e todos os outros dizem através de nós o que pensam. Para relações diplomaticas, nós todos sabemos que língua deve ser usada e onde.
Só para provar o meu ponto de vista, camaradas, quem de vocês conhece
um país branco que não tenha um investimento ou um interesse na África
do Sul? Quem compra o nosso ouro? Quem compra os nossos diamantes? Quem negoceia conosco? Quem nos está ajudar a desenvolver a
outra arma nuclear? A maior verdade é que nós somos o seu povo e eles são o nosso povo.
É um segredo grande. A força da nossa economia é suportada
pela América, Grâ Bretanha, Alemanha, etc. É nossa forte convicção, conseqüentemente, que o preto é materia prima para o homem branco. Assim, irmãos e irmãs, juntemos as mãos e lutemos contra este diabo preto.
Eu apelo a todos os Afrikaners a sairem com meios criativos de travar esta guerra.
Certamente Deus não pode condenar o seu próprio povo que somos nós.
Por agora cada um de nós tem visto praticamente que os pretos não podem se governar.
Dê lhes armas que eles vão se matar uns aos outros.
São bons em nada mais do que fazer barulho, dançar, casar
muitas esposas e espojarem-se no sexo.
Vamos todos aceitar que o homem preto é o símbolo da
pobreza, da mente inferior, do perder e da incompetencia emocional.
Não é plausivél?
Conseqüentemente, o homem branco é criado para
governar o homem preto? Vamos só pensar no que
aconteceria se um dia vocês acordassem
com um “Kaff*ir” sentado no trono! Podem imaginar o
que aconteceria as nossas mulheres? Qualquer um de
você acredita que os pretos podem governar este país?

Daí que nós temos todas as boas razões para deixar
todos os Mandelas adeptos e seguidores na prisão, eu penso que nos
deviam elogiar por mante-los vivo, apesar de já possuirmos nas mãos meios para acabar com eles.
Desejo anunciar um conjunto de novas estratégias que devem ser postas em prática para eliminar este “erro” preto.
Devemos a partir de agora usar armas químicas.
Prioridade número um, não devemos permitir mais o
aumento da população negra, para que não nos arrependamos mais tarde. Tenho notícias emocionantes dos nossos cientistas que desenvolveram um novo material e eficiente (HIV). Estou a mandar mais investigadores ao terreno para identificar o quanto mais locais possíveis onde as armas químicas poderiam ser usadas para combater o aumento desta população. O hospital por exemplo é uma boa abertura estratégica, e deve ser inteiramente utilizado. A rede da fonte de alimentos (CODEX) deve ser usada.
Nós temos desenvolvidos bons venenos que matam lentamente e que destroem a fertilidade. Nosso medo é somente um, o caso desse material
voltar-se contra nós!! Nas suas mãos podem começar a
usar contra nós, é só parar e pensar quantos pretos
trabalham para nós.
Contudo, nós estamos a fazer de tudo para nos certificarmos de que o material permanesce estritamente nas nossas mãos.
Segunda prioridade, é explorar a vulnerabilidade da maioria de pretos ao
dinheiro. Eu reservei um fundo especial para explorar esta faceta.
O velho truque de dividir para reinar é ainda muito válida hoje.
Nossos peritos devem trabalhar dia e noite para fazer o homem preto trair
os seus mentores.
O seu sentido moral inferior pode ser explorado. E está aqui uma criatura com falta de caracter.
Há uma necessidade de nós combatermo-lo numa visao de longo
prazo para que não possa suspeitar de nós.
O preto médio não planeia sua vida para além de um ano: esse
facto, por exemplo, deve ser explorado.
Meu departamento especial está trabalhar contra o tempo num projecto de operação a longo prazo .
Estou a fazer também um pedido especial a todas as mães
Afrikaner para dobrarem a sua taxa de natalidade.
Pode ser necessário desenvolver uma indústria de
crescimento da população, criando centros onde nós empregamos e suportamos homens novos e as mulheres inteiramente brancos para produzir crianças para a nação. Nós estamos investigando também o mérito de aluguer de úteros como meios possíveis de apressar-se
o crescimento de nossa população.

Por um tempo, nós devemos também activar uma engrenagem muito sufisticada para certificar-mo-nos se de que os homens pretos estão separados das suas mulheres e multas impostas as esposas casadas que
gerem crianças ilegitimamente.

Eu tenho um comité a trabalhar a volta de um melhor método de incitar os pretos uns contra os outros e de incentivar assassinatos entre si.
Os casos do assassinato entre pretos devem merecer uma
punição muito leve a fim de incentivá-los.

Os meus cientistas desenvolveram uma droga que pode ser usada para efetuar envenenamento e destruição lenta da fertilidade.
Trabalhar com as fabricas de bebidas a fim de fabricar bebidas especialmente para pretos, que podiam promover canais de redução da
população.
Não é uma guerra em que se possa usar a bomba atômica para destruir os pretos, assim nós devemos usar a nossa inteligência para isso. O encontro pessoa a pessoa pode ser muito eficaz.

Os registros mostram que o homem preto morre para ir para a cama com uma mulher branca, está aqui uma oportunidade original.
Nosso esquadrão de Mercenarios do sexo deve sair e camuflado
e infiltrado com lutadores contra o Apartheid para fazer as suas
operações de administracao silenciosa de venenos de
destruição lenta da fertilidade.
Nós estamos modificando os esquadrões de Mercenarios do sexo introduzindo os homens brancos que devem ir procurar mulheres pretas
militantes e todas outras mulheres pretas vulneráveis.
Nós recebemos uma remessa nova de prostitutas da Europa e da América que estão desesperadas e demasiado desejosas de aceitar essa missão.

O meu ultimo apelo é que as operações de maternidade nos hospitais devem intensificar- se. Nós não estamos pagando aquelas
pessoas para ajudar trazer bebês pretos a este mundo mas sim eliminá-los no momento da sua nascencia. Se este departamento trabalhasse muito eficientemente, muito poderia se conseguir.

O meu governo reservou um fundo especial para erguer hospitais e clínicas secretas para promover este programa.
O dinheiro pode fazer qualquer coisa para nos.
Enquanto nós o tivermos, devemos fazer o melhor uso dele.
Meus adoraveis cidadãos brancos, não levem a peito o que o mundo diz, e não se envergonhem de serem chamados racistas. Eu não me chateio por ser chamado de arquitecto e rei do Apartheid.
Eu não me transformarei num macaco simplesmente porque alguém
me chamou de macaco.
Eu continuarei a ser a vossa estrela brilhante…


sua excelência Botha. “
Cfr. Mister Ngola Nvunji, in Facebook

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