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Wednesday, November 11, 2009

11 de Novembro


De uma forma mais ampla e generalizada, o 11 de Novembro é uma data desgraçada que culminou com o início do sofrimento secular do Povo angolano. Noutro lado, não deixaria de ser considerado como um dia desgostoso em que o partido fascista e comunista de portugal, derrubou o projecto consensual e alternativo que tornaria Angola num Estado de direito, livre e soberano com uma economia mais dinâmica e competitiva do Mundo, capaz de garantir uma vida social estável e um crescimento económico sustentável.
Animado ao mesmo tempo pelo un espírito de descoberta e de conquista, portador de uma missão civilizadora ao instar de outros impérios europeus, investido pela Igreja para trazer aos pagãos a Boa-Novidade, o portugal vai nas meadas do século XV a exploração de terras longínquas lá nos “países negros”, junto dos selvagens. Durante muitos séculos a decoberta de costas africanas, vai seguir a implantação dos coffres da escratura. A África tornará apartir daí, a famosa narração do padre João Aidant, amante de certos géneros comerciais assim como as pedras preciosas, os picantes, a madeira, o algodão, o óleo vegetal, o café, o ferro e principalmente os escravos para o campo de cana-de-de açucar etc.
“O ESTADO NOVO”, autoritário, anti-liberal, corporatista e nacionalista, fazendo assim do imperialismo português uma de dogmas essenciais instaurada pelo António de Oliveira Salazar em 1889 à 1970, vai impôr um Códico no lugar em 1928, legislando as condições de trabalho indigênio nas colónias. Este Códico estipula que o indigênio, a obrigação moral e legal dos trabalhadores, e dá todavia, o direito a administração de poder utilizar gratuitamente desta mão-de-obra africana.
O Título I do Acto Colonial, diz claramente que é da gasolina orgânica da nação portuguesa de possuir e de colonizar todas as possessões de sub-marinas e de civilizar as populações que lá encontrasse. Civilizar e evangelizar, uma e uma só coisa, quando uma não vai sem a outra.
Todavia, a Igreja católica portuguesa, fará inteiramente coro com o nacionalismo do Estado Novo e sustentará em bloco a política colonial do regime. Esta aproximação será aínda forte com a santa sede e se traduzirá pela concórdia e acordo missionário de 1940. A Igreja católica é considerada apartir daí, como uma agente essencial da latinanização, quando mesmo, após e para não estar em margem de movimentos de protestação que aparecia ter ganhado o terreno, o Vaticano sob Paulo VI, vai receber em 1970 os comunistas ligados com o partido fascista português, nomeadamente Agostinho Neto, Amílcar Cabral e Marcelino dos Santos (vice-presidente do frelimo.
Durante quatro séculos, a África (lusófono) vai conhecer uma verdadeiro sangrentodemográfico para a prosperidade de portugal. Os reis africanos, vão caíndo uns aos outros e os chefes tradicionais serão reconstituidos.
De 1961 a 74, uma verdadeira eclosão de movimentos de libertação e as guerras anti-colóniais vão pôr mal o nazismo salazar. Estes treze anos de guerra de independência, vão causar ao portugal, mais de oito mil mortos, entre os convidados que passavam vinte e quatro meses en África, uma emigração importante da força de trabalho, o desequilíbrio do orçamento do Estado vai caír até aos 55% do orçamento consacrado ao ministério da defesa, o portugal vai sofrer um atrazo económico considerável em relação o resto da Europa. Ao lado das colónias, o prejuizo será enorme. Os cadáveres serão contados em milhões, isto é, mais de um milhão
De deslocados e a entrada traçada de etnisação dos conflitos vai se transformar em guerra cívil que durará os primeiros 18 anos, isto é de 1975-1993.
Para certos desses colonos, tornaram rapidamente o teatro de lutas económicas, militar e estrato-político entre Leste e Oeste durante quase todo o período da guerra fria. Como sim fosse tudo mecânico, certos foram deparados a contradição entre a continuição da guerra cívil nos seus países e o facto da guerra cívil ter sida oficialmente acabada a bastante tempo, monstrando realmente de que se tratava puramente de guerras africanas. Assim tentamos de demonstrar que a guerra fria ou a missão do ocidente valeu. Esquecemos que durante todos esses anos de guerra, a rancor e o ódio se instalaram e que certos abateram-se por cima todo o seu poder. E tudo não teve o fim imediato de pé á mão.
5 séculos de colonização portuguesa, transformaram a vida dos angolanos em dificuldades paralelas da história colonial. Alguns anos após, surgiram os movimentos de libertação de Angola, nomeadamente a UPNA – união das populações do norte de Angola criada em 1954, para aquele que deveria legitimamente tornar o rei do Congo-português em 1956 Barros Nekaka, que tornou em 1958 UPA – união das populações de Angola, movimento que é a origem de insurreição armada lançada apartir do norte de Angola em 1961.
Apartir de 1958, Holden Roberto seu presidente que vivia no Congo-belgo devido a opressão portuguesa, entrou em contacto com os dirigentes nacionalistes africanos. A sua concepção de luta armada foi directamente inspirada do modelo ideológico que veiculava a guerra de Algéria, tal que Frantz Fanon (autor dos danos da terra) que Holden Roberto conhecia bem e que lhe tornou popular. Não só, mas também sob égide de “American Committee for Africa”.
Após as inspirações de um Congo dia Ntotela livre e independente que tiveram início em Junho de 1956, com a fundação da UPNA, mas pela razões contrárias, sobre a pressão da “American Committee for Africa”, segundo esta organização, só deveria contar com qualquer ajuda dos Estados unidos de América, se o seu programa político fosse extensivo para a libertação de Angola de uma forma geral, razão naqual levou a sessão imediata da UPNA, afim de ceder lugar a UPA – união das populações de Angola e posteriormente transformada em Frente Nacional para a Libertação de Angola – FNLA, de base Mukongo.
Sob a argumentação de aceitar a língua estrangeira, o português e o mesmo inimigo, o regime fascista do Salazar, obrigou este povo de aceitar também as condições em que foram impostas aos americanos.
Em 9 de fevereiro de 1958, Manuel Barros Nekaka endereçou uma petição ao “American Committee for Africa”, onde vinha ilustrar os seguintes parágrafos:
Neste preciso momento, é importante para nós a mudança da situação em Angola. O problema do Congo – português, será tomado em consideração no futuro, se as condições o permitirem.
Até aqui todavia, como sabem meus compatriotas e amigos de luta, na qualidade de testemunhas oculares em epígrafo, podem tirar as conclusões imparciais caso encontrarem-se fora do sistema, porque a luta deste povo não é uma luta seccional.
48 anos ocorridos desde 15 de Março de 1961, data em que as populações do norte de Angola que tinham acabada de ser expulsas ao Congo-belgo pelas autoridades colóniais por terem realmente participada aos inventos de 4 de Janeiro de 1959, sob a bandeira de ABAKO – aliança Bakongo e cercando de tal maneira, todas as lojas pertecentes aos portugueses, uma acção levada acabo sob égide de uma ajuda sem reserva das massas populares a favor de rebelião armada “a única” que geriu na época, uma verdadeira luta armada e foi assim o início da guerra de libertação dos povos de actual Angola.
Uma boa parte dos seus combatentes já tinham se infiltrado nos bairros de Luanda com o objectivo de participar na revolta de 4 de fevereiro de 1974, controlada e afogada posteriormente pelas autoridades portuguesas. Este “Virus”, infecta depois o conjunto de todos países colonizados pelo portugal em África, tendo provocado posteriormente uma abertura no seio do colonialismo português.
Quando os outros demonstravam o seu pragmátismo revolucionário no terreno, o MPLA encontrava se aínda perdido no deserto e não tinha saída. Naquele preciso momento, o MPLA encontrava-se na manada de bois, fazendo de adesão e fundando com as organizações “floklóricas” tais como o (MAC, Lisboa 1957), a (FRAIN, Accra 1960) assim como o (CONCP, Rabbat 1960-61).
Chegando após em Léopoldville (actual Kinshasa) em 1962, o seu veículo de creolismo e Mbundu, já tinha sido dividido em tendências e tinha de mesma maneira procurado de entrar em contacto com as massas populares que tinham refugiado as atrocidades da repressão colonial, cujam estes na devida altura, já tinham sida enquadradas na frente norte.
Os autores de 25 de Abril de 1974, conscientes da anemia e da economia do seu país, mas principalmente da sua incapacidade de travar o avanço da guerra libertadora que nas colónias africanas se transformou numa autêntica consumação de vidas humanas e material, os jovens oficiais portugueses, decidiram derrubar o governo fascista do prof. Marcelo Caêtano, fíel continuidor do Salazarismo que confinou os portugueses durante quase 50 anos em silêncio e em asílio.
Foi assim o início da abolição do império fascista português em África. Alguns anos após, liberta todas as 5 províncias ultra-marinas da opressiva metropólio salazarismo.
15 de Março de 1961, origem da revolução dos cravos em portugal que derrubou o regime fascista do prof. Marcelo Caêtano em 25 de Abril de 1974, abre todavia o caminho para criar as condições para a independência daquela que vem tornar a cruel república marxista de Angola, Cabo-verde, Guiné-Bissau, Moçambique e S. Tomé e Princípio.
27 de Março de 1962, Holden Roberto fundou a FNLA – frente nacional de libertação de Angola em Kinshasa (antigo Léopoldville), pela UPA de Holden Roberto e Jonas Savimbi que era o Secretário geral e o PDA de Emmanuel Kunzita (partido democrático angolano), ex-Aliança das populações do Zombo.
Um momento após, a frente forma o governo revolucionário angolano em asílio (GRAE), pela analogia com a estrutura em asílio da FNL algeriana. Frente ao MPLA, a FNLA fez-se militarmente no momento da independência em 1974-76. Uma treva interveniu alguns anos após, resultado de um conflito entre o Zaïre e Angola. Numerosos quadros da FNLA alienaram-se pois ao MPLA – movimento popular para a libertação de Angola, partido ao poder autocrático desde 11 de Novembro de 1975, até a presente data. Ele apenas representava a componente urbana e “intelectual” do movimento nacionalista, mesmo sim a história da luta contra o colonialismo português mostrava que o movimento implantou-se no interior de Angola, na região mbundu na lareira da guerilha organizada apartir do Congo-belgo, pois na Zâmbia, esta confirmação só poderá ser uma farsa.
O movimento conheceu ele próprio as fracções e as tendências que combatiam-se entre umas as outras. Dirigido muito tempo pelo Agostinho Neto, 1° presidente da cruel república marxista de Angola, o MPLA se instituiu em partido único “MPLA – partido do trabalho após a guerra que lhe foi oposta em 1975-76 a coligação FNLA-UNITA, apoiada pelo Zaïre e África do sul. O MPLA beneficiou pois de ajuda cubana e dos antigos catanguenses recuados em Angola após a erupção de Tsombé pelo Mobutu.
15 de Julho de 1964, a Cimeira da O.U.A. doCairo, Jonas Savimbi anuncia a sua saída da FNLA. Resolveu fundar o seu próprio movimento e procura de apoio para formar os seus quadros. Ele viagem para Algéria antes de tudo, pois em Alemanhâ do Leste, em Hungria, Checoslováquia e enfim na União soviética. O seu pedido foi recusado.
1965, Jonas Savimbi e onze dos seus companheiros partem para a China popular. Os doze foram formados pela China na guerra da guerilha. Um dos conselhos de Mao Tsé Toung era de desenvolver a guerilha no interior de Angola.
13 de março de 1966, Jonas Savimbi dissidente da FNLA entra clandestinamente em Angola e funda em Muangai – Leste de Angola, a UNITA – união nacional para a independência total de Angola, enquanto na época a maioria dos dirigentes políticos angolanos conduziam a luta no exterior das fronteiras do país nomeadamente, Zaïre (FNLA), Congo-Brazzaville (MPLA), mas Jonas Savimbi e companheiros entrem corajosamente no interior de Angola e foi eleito presidente do movimento.
Julho de 1967, após ter sido prisionado pelas autoridades zambianas, Jonas Savimbi foi obrigado asilar-se no Cairo/Egípto.
28 de Julho de 1968, Jonas savimbi volta para Angola onde se instalou no “maquis” e dirige a guerra contra o colonialismo português.
14 Julho de 1974, a primavera dos cravos derrubaram o regime do Salazar e Marcelo Caêtano. Jonas Savimbi e uma delegação portuguesa assinam no maquis, um acordo de cessar-fogo.
3 de Janeiro de 1975, na Conferência de Mombassa, os três líderes dos movimentos nacionalistas angolanos nomeadamente Jonas Savimbi, Holden Roberto e Agostinho Neto, reuniram-se na Kénia e chegaram ao acordo para fazer de Angola independente uma democracia.
15 de Janeiro de 1975, o acordo de Alvor em Portugal entre a UNITA, MPLA e a FNLA. Apesar de tudo, em Angola as ofensivas continuavam sempre. O governo português cujo presidente da república Costa Gomes e os três líderes angolanos assinaram o acordo de Alvor que dá Angola, o acesso a independência.
Os acordos preveniram a independência de Angola e a repartição do poder político entre os três movimentos rivais. A FNLA proxímo do Zaïre do Mobutu, a UNITA cujo chefe Jonas Savimbi, foi primeiramente recrutado pela PIDE – polícia política portuguesa, antes de se inspirar de um socialismo do modelo chinês. Algum tempo após, assegurou-se do apoio sul-africano. O MPLA qualificado de marxista, mas que se deseja antes de tudo não alinhado e a nível nacional era minoritário mas apoia os revolucionários portugueses que lhe confiaram o poder em Novembre de 1975. Este foi início da segunda guerra de Angola. Detrás da FNLA, as tropas zaïrenses penetraram em Angola, ao lado da UNITA, as tropas sul-africanas subiram para Luanda, quanto o MPLA, na capitalina será salvo que pela a intervenção das tropas cubanas.
A situação todavia deteriorou-se novamente de dia-á-dia. Registaram certos massacres na capitalina angolana. Jonas Savimbi chega encontra alternativa na cimeira de Nakuru para resolver as divergências entre os três movimentos de libertação. Jonas Savimbi e milhares de pares, abandonam a segunda capital angolana (Huambo) onde estiveram instalados e ganham novamente o maquis.
11 de Novembro de 1975, em Luanda Agostinho Neto do MPLA, proclama a independência e autoproclama-se presidente da república marxista que será reconhecida em 1976 pela maioria dos Estados africanos e com abstenção importantes dos Estados unidos e Europa. O MPLA movimento comunista, exclua a FNLA e a UNITA, em contra partida disso, a UNITA e a FNLA, proclamam a república democrática de Angola, que deveria merecer o reconhecimento da Comunidade Internacional.
Entre os mês de Jan. – fevereiro de 1976, o MPLA e seus aliados cubanos e soviéticos, imporam-se face a coligação adversa UNITA-FNLA, tropas sul-africanas e zaïrenses.
Março de 1976 acompanhado por milhares de cívis e militares, Jonas Savimbi começou a longa marcha para o sul do país. Apenas 79 elementos chegaram ao destino e muitos entre eles acabaram por morrer e outros foram obrigados a abandonar a coluna. Apartir daquela data, Angola nunca mais reconheceu momentos de tranquilidade. Após a derrota sofrida, a UNITA se reconstituiu em movimento de guerilha potente e Dr. Savimbi, criou de todas peças uma cidade na mata no extrema sul do país. Jamba tornou pois a capitalina política, diplomática, administrativa e militar da UNITA.
27 de Maio de 1977, um grupo de oficiais e estudantes angolanos fíeis a mudança e do seu chefe carismático Nito Alves, tentaram derrubar o regime fascista do MPLA dirigido pelo Agostinho Neto, cuja a revolta custou mais de vinte mil cívis e milhares de quadros angolanos em fracasso de golpe do Estado, inclusivamente o seu comandante foi barbamente assassinado pelo MPLA. Segundo testemunhas, Agostino Neto do MPLA tem responsabilizado um inquérito a José Eduardo dos Santos sobre a eventual existência de fraccionismo no seio do MPLA. José Eduardo dos Santos antigo ministro do plano do MPLA, tem apurado e aprovado de uma forma parcial e criminosa a existência da respectiva facção.
A repressão que seguirá será particularmente difícil contra os reformistas angolanos, sem qualquer intervenção estrangeira. Tratou-se de um épisódio montado entre a URSS, a Cuba e o MPLA. “Para mais informações, consultem o site do movimento de 27 de Maio de 1977” .
10 de Setembro de 1979, a morte do presidente do MPLA e da república marxista. Foi substituido pelo José Eduardo dos Santos, segundo testemunhas, tinha sido reparado o eventual envolvimento de José Eduardo dos Santos no processo do assassino do primeiro presidente desta cruel república. Os angolanos esperavam ao novo presidente uma mudança radical do sistema mas José Eduardo dos Santos torna conservador da ideologia e dos ideais marxistas.
Angola tornará um campo de batalha da guerra fria secretamente até em 1985, abertamente os Estados unidos apoiaram a UNITA, principalmente apartir do Zaïre e na base de Kamina, terem apoiado de tal forma Mobutu indirectamente, enquanto os cubanos traziam em Luanda o seu apoio militar mas também a sua cooperação sul-sul.
1979-1988, a guerra continuou para bombardeamentos intensos, sabotagem sul-africana, cubana, soviética e para a guerilha da UNITA organizada apartir do seu sanctuário da Jamba. Balanço dos combates, cinquenta mil mortos cuja maioria jovens soldados enviados ambos lados sem uma formação militar adequada. Quanto a FNLA, o seu líder escolheu o caminho de asílio afim de evitar um banho de sangue entre irmãos angolanos.
22 de Dezembro de 1988, após a derrota de tropas cubanas face aos bufalos sul-africanos, Angola e Cuba assinam em Nova York, um acordo que preveu a retirada completa e imediata de tropas cubanas em troca de retirada de tropas sul-africanos da Namíbia e deixar o país de Nujoma preparar-se para a independência.
31 de Maio de 1991, presidente José Eduardo dos Santos e Jonas savimbi assinam os acordos de Bicesse em portugal. É oficialmente o fim de guerra cívil. As eleições livres foram previstas, que deveriam ser supervisadas pelas nações unidas e velar igualmente ao desarmamento de tropas em presença.
29 e 30 de Setembro de 1992, as eleições tiveram lugar e declaradas enfim fraudulentes. Apesar da protestação de certos líderes da oposição em particular o líder da UNITA Jonas Savimbi candidato favorável do Povo angolano. A cumplixidade da Comunidade internacional meteu fogo na pólvora, dificilmente creer mas é isto mesmo.
A 3ª guerra cívil de Angola. A rejeição dos resultados custaram mais de quarenta mil mortos de 1992-93. José Eduardo dos Santos nunca foi eleito democraticamente mas mantem pela força das armas no poder autocrático.
De 1975-1992, eram preciso dizasete anos para chegarmos as primeiras eleições, numerosos quadros e inocentes forma assassinados pelo MPLA e seu líder tradicional José Eduardo dos Santos.
1992-2002, Para chegarmos ao memorando de intendimento do Luena, era preciso sacrificar representantes e numerosos quadros em troca de paz e os interesses de José Eduardo dos Santos.
Mais dizaseis anos de humilhação, aristocracia, asfixia para chegarmos a resultados fraudulentos de 2008, é inconcebível de imaginar o sofrimento, o asilo polítco, os políticos algemados no interior do país, as prisões arbitrárias e as torturas de todo género. Hoje, o mesmo povo oprimido, asilado e asfixiado apoia o regime e aínda vai as festas de 11 de Novembro, que traisão e humilhação? Crescem mais!
Massunguna da Silva Pedro
MPDA

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