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Tuesday, November 10, 2009

O Aborto: Métodos e consequências



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O seguinte documento mostra os diferentes tipos de aborto que se conhecem, incluindo abortos com contraceptivos. 
O medo pela falta de recursos económicos, o medo ao que os outros dirão, o enfrentar os nove meses de gravidez, e a responsabilidade são as principais causas do aborto.
O aborto afecta psicologicamente ao casal durante muito tempo. Juddy Mamaou, dos Estados Unidos, quem realizou um aborto por sucção disse: “O som da máquina de vácuo ainda me persegue. Não consigo utilizar uma aspiradora sem que me lembre do meu aborto”.
Actualmente se estão realizando em todos os países do mundo aproximadamente 50 milhões de abortos por ano, 50 milhões de crimes. Nunca antes a humanidade tinha chegado a tão baixo grau de degeneração e de barbaridade.
A minha mãe me obrigou...
Eu tinha 16 anos quando me dei conta que estava grávida do meu namorado da primária. Apesar de ter ficado muito surpreendida quando o soube, tudo estava bem, já que o meu namorado estava feliz ao igual que eu. O problema foi quando lhe contei a minha mãe. Ela disse-me que me apoiaria e numa manhã me pediu que a acompanha-se ao doutor para que me fizessem um exame médico de rotina a mim e ao meu bebé. Tudo me pareceu estranho: o médico me pediu que me pusesse uma bata e me deu uma pastilha que me fez adormecer, e não soube mais nada de mim até duas horas depois quando abri os olhos e vi a minha mãe parada na minha frente. Ajudou-me a levantar-me e depois de vestir-me saímos de lá. Quando entramos no carro lhe perguntei o que tinha acontecido e somente me disse que o problema já estava resolvido. Ela lhe tinha pedido ao doutor que me fizesse um aborto, sem o meu consentimento. Segundo a minha mãe era o melhor para todos, já que faz um ano atrás o meu pai teve um ataque cardíaco quando ficou a saber que a minha irmã tinha tido um bebé. Já passaram dois anos desde esse terrível acontecimento e não há dia em que não pense no meu bebé e no agastamento que sinto pela minha mãe.
Carmelia do Peru.
Mais testemunhos

Métodos abortivos: Sucção. É utilizado um tubo oco que está conectado a uma bomba de sucção com uma capacidade 29 vezes superior à de um aspirador caseiro.
A sucção desmembra o bebé em pedaços e os absorve, sacando-os do útero como se fosse lixo. Como a cabeça do bebé não consegue passar através do tubo, é introduzido na matriz um instrumento que comprime a cabecinha e a extrai.

Contraceptivos hormonais (Abortivos)
O aborto precoce e desapercebido pode ocorrer num 50%, ou mais nos períodos menstruais, com as pílulas numa dosagem muito baixa. Com a pílula combinada o aborto pode ocorrer uma vez em cada dois anos. Ou seja, uma mulher que utiliza pílula ou injecções está abortando numa boa percentagem.
Dilatação ou curetagem.
Da sétima à duodécima semana de gestação se utiliza um método que consiste em cortar o bebé em pedaços com uma faca cirúrgica e posteriormente se faz uma raspagem.
O pessoal médico que realiza o aborto deve unir novamente os bocados do bebé para certificar-se de que o útero está vazio. Ao bebezinho se lhe corta uma perninha, depois a outra e assim se vai cortando aos bocados todo o seu corpo. Os sofrimentos do bebé são intoleráveis. É algo cruel. Ver fotografia correspondente, clica aborto por dilatação ou curetagem!
Cesariana.
É igual a uma cesariana até ao ponto de lhe ser cortado o cordão umbilical, mas em vez de levarem a criança à sala de cuidados intensivos para salvar-lhe a vida, é deixada num caixote de lixo e se lhe deixa morrer. Algumas vezes os bebezinhos se mexem, respiram e alguns até choram. Este método é utilizado quando a gravidez está muito avançada.

Dispositivo intra-uterino ou Anel (Abortivo).
É um dispositivo de formas variadas que se coloca dentro do útero. Não evita a concepção senão que modifica o revestimento interno do útero para que a criança em desenvolvimento, que vêm da Trompa de Falópio, não possa estabelecer-se e morra, eliminando os seus restos já desfeitos com a menstruação.
A ciência têm demonstrado que o aborto implica muitos riscos perigosos como hemorragias, infecções, perfurações do útero, coágulos sanguíneos, aderência da placenta, etc. A esterilidade aumenta em um 10%. O nascimento prematuro, que é uma grande causa do atraso mental, é altamente incrementado com o aborto.
Causas do aborto:
O principal problema do aborto é psicológico e é o medo:
Medo por incapacidade económica para alimentar o filho.
Este temor se deve à falta de confiança em Deus, já que o mais belo e o mais querido para uma mãe é o seu próprio filho.
Infelizmente esta sociedade de consumo e de falsos valores em que vivemos têm desvalorizado à criança que deve vir a este mundo, e com o seu racionalismo há gerado um falso temor. Vejamos um grande exemplo: Kay James, directora de relações públicas para o MOVIMENTO PROVIDA nos Estados Unidos fala de uma mulher de cor, terrivelmente pobre, abandonada pelo seu marido alcoólico, e que deu à luz o seu quarto bebé sobre uma mesa. “Esse bebé era eu”, disse a Sra. James graduada na Universidade e mãe de 3 filhos.
Medo ao que vão dizer os seus pais ou as demais pessoas.
(Quando a jovem fica grávida durante o noivado). Na verdade os conceitos e os raciocínios humanos, de pais ou terceiras pessoas, perante as leis de Deus, não devem impedir que venha uma criatura a este mundo. A vida é dada por Deus e Deus está acima de qualquer conceito.
“Eu ia ser o sétimo filho e a minha mãe estava decidida a não deixar-me nascer. Então aconteceu algo maravilhoso. A minha tia a fez mudar de opinião e assim me foi permitido nascer. Pode-se dizer que sou um milagre”. Arthur Rubenstein, pianista.
Medo aos 9 meses de gravidez e às dores do parto.
Realmente a missão mais grande de toda mulher é ser mãe e trazer filhos ao mundo. Se os animais que são irracionais não se negam a esse direito, por que há de ser que a mulher têm medo? pois é uma função natural que corresponde à sua natureza feminina.
Problemas de saúde:
Devemos recordar que Beethoven, o grande musico que assombrou com a sua música divina, e que ainda é ouvida pelos que querem dar alimento e alento à sua alma; sua mãe era tísica e o seu pai alcoólico.
Violação:
A violação é um abuso horrível com efeitos traumáticos para muitas das suas vítimas. Para uma mulher que leva nas suas entranhas uma criatura fruto de uma violação não é nenhum consolo saber que a gravidez raramente ocorre nestes casos. No entanto, ainda assim nesta situação estamos falando de um ser humano. Uma mulher violada que escreveu anonimamente para uma revista referiu que tinha marcado consulta para fazer um aborto, e que a cancelou. “Sabia que o que levava nas minhas entranhas era o meu bebé. Agora tenho uma filha, uma preciosa rapariga e dou graças a Deus diariamente por não ter abortado”.
Contraceptivos hormonais:
A mulher que os utiliza, quer seja em pílulas, injecções ou implantes, já decidiu psicologicamente o propósito de não ter filhos e se fica grávida fica frustrada nos seus propósitos e muitas vezes recorre ao aborto. Estes contraceptivos são uma das principais causas do aborto actualmente.
Na realidade isto do aborto, dos contraceptivos e da laqueação das Trompas está provocando morte, doenças e dor. 

As leis da terra poderão legalizar o aborto, mas este jamais será legal perante as leis divinas.
Na realidade a vida humana principia a partir do momento da fecundação do óvulo e ninguém está autorizado a retirar a vida a esse ser humano em desenvolvimento.

Aborto: «Mata a criança, destrói a mulher e a vida familiar» diz Bento XVI

Papa abordou consequências da interrupção voluntária da gravidez, durante a 17ª Assembleia Anual da Academia Pontifícia para a Vida

Cidade do Vaticano, 26 Fev (Ecclesia) – Bento XVI considera que é preciso fazer mais para que a sociedade tenha em conta as consequências que a prática do aborto acarreta para o equilíbrio humano, moral e espiritual.
“Sobre um cenário cultural caracterizado pelo eclipse do sentido da vida, pede-se aos médicos uma especial fortaleza para continuarem a afirmar que o aborto não resolve nada, mas mata a criança, destrói a mulher e cega a consciência do pai da criança, arruinando, frequentemente, a vida familiar” sublinhou hoje o Papa, numa audiência aos participantes da 17ª Assembleia Anual da Academia Pontifícia para a Vida, no Vaticano.
“É necessário que toda a sociedade se coloque em defesa do direito à vida do concebido e do verdadeiro bem da mulher”, acrescentou ainda, de acordo com um comunicado divulgado pela sala de imprensa do Vaticano.
Este encontro da Academia arrancou dia 24 de Fevereiro, tendo como temas principais os efeitos da chamada “síndrome pós-abortiva”, e da utilização de bancos para conservação do cordão umbilical.
Bento XVI referiu que “o grave desconforto psíquico experimentado frequentemente pelas mulheres que recorrem ao aborto voluntariamente” revela não só “a voz irreprimível da consciência moral” mas também “a ferida gravíssima” que cada mulher sofre, “sempre que a acção humana atraiçoa a inata vocação do ser humano para o bem.
Olhando para a pesquisa médico-científica como “um valor”, acrescido de “um compromisso”, o Papa pediu um esforço de “solidariedade” e "generosidade", especialmente numa altura em que cresce cada vez mais o número de bancos para conservação de células do cordão umbilical, apenas para uso pessoal.
JCP

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