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Saturday, May 28, 2011

Vaticano afasta três padres de Cabinda A nota papal afasta difinitivamente o antigo vigário-geral da Diocese de Cabinda e os párocos da igreja da Imaculada Conceição e da Sé Catedral


Os padres Jorge Casimiro Congo, Raul Taty e Alexandre Pambo, foram afastados do exercício clerical segundo um decreto papal, dado a conhecer aos fiéis católicos em Cabinda.
A notícia do afastamento dos três sacerdotes foi tornada pública durante os cultos dominicais em várias paróquias da Diocese, mediante um comunicado assinado pelo bispo de Cabinda, Dom Filomeno Vieira Dias.
O documento, segundo alguns sacerdotes contactados pela Voz de América, não faz referência às razões que levaram a redução ao exercício sacerdotal das,até agora, tidas como as mais emblemáticas figuras do clero cabindês e das que mais se bateram pela situação dos Direitos Humanos e da auto-determinaçao do enclave.
A nota, segundo os sacerdotes, afasta difinitivamente o antigo vigário-geral da Diocese de Cabinda e os párocos da igreja da Imaculada Conceiçao e da Sé Catedral: Raúl Taty, Jorge Congo e Alexandre Pambo, respectivamente,ficando afastados de todas as celebrações eucarísticas e a administração de sacramentos segundo os custumes da Igreja Católica Apostolica Romana.
O decreto papal foi exarado no dia 16 de Abril e só foi tornado público na passada sexta-feira, por iniciativa do bispo da diocese, após este ter convocado dois dos três sacerdotes ao Paço Episcopal.
Entretanto, o afastamento de Raul Taty e de Jorge Casimiro Congo foi acelerado e mediatizado pelo seu involvimento no processo político de Cabinda. Os seus pronunciamentos e posições foram, ao longo dos últimos anos,combatidos pelo governo e por alguns círculos da Conferencia Episcopal de Angola e S.Tomé devido à alegada utilização do altar e da batina para fins políticos.
A situação agravou-se para os dois sacerdotes com a indicação de Filomeno Vieira Dias para Bispo da Diocese, uma nomeaçao abertamente contestada pelo clero de Cabinda pela sua ligação familiar a algumas figuras do poder.
Raul Taty, nas vestes de vigário-geral da diocese é alegadamente responsabilizado pela hieraquia da Igreja Católica de não ter tomado uma posição dura contra os contestatários do bispo enquanto Jorge Casimiro Congo é penalisado pela agressão ao bispo Dom Eugenio dal Corso, ocorrida na Paróquia de Imaculada Conceição, onde na altura era pároco.
As razões profundas e a sucessão de factos em relação ao afastamento dessas figuras do clero de Cabinda estão longe de serem conhecidas pelos fiéis, dada a natureza secreta das decisões da Igreja. Contudo, esta situação agudiza o clima de de indiferença que se vem registando no relacionamento entre o bispo de Cabinda com os seus fiéis.
Alguns sacerdotes observaram que a situação é delicada para a segurança dos três sacerdotes e temem que, à semelhança ao que recentemente aconteceu com o padre Raul Tati, conduzido a prisão por crimes contra a segurança do Estado, o padre Casimiro Congo venha conhecer a mesma sorte a julgar pela perseguição que diz ser vítima por parte dos órgãos da segurança do Estado.
Manifestam ainda a sua indignação pela decisão da Igreja pelo facto de existir em posse da diocese  e do Vaticano pedidos de sacerdotes, a exemplo do padre Gervásio André Pucuta, que, apesar de ter  solicitado há mais de 8 anos o abandono ao exercício sacerdotal, a Santa Sé, pelo que se saiba, ainda não tomou qualquer decisão.
Terça, 24 Maio 2011
Autor: José Manuel Cabinda

Angola contra ataques aos Estados africanos

O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, considerou ontem, em Addis Abeba (Etiópia), que o continente africano está a ser marcado pelo intervencionismo armado e pela forte implicação política de potências ocidentais na resolução das suas questões, incluindo de política interna.
Georges Chikoti, que representa o Chefe de Estado, referiu, a título de exemplo, os casos da Costa do Marfim e da Líbia, lembrando que as Nações Unidas autorizaram intervenções militares nesses países com o suposto objectivo de proteger as populações civis.
A constatação do ministro Georges Chikoti foi apresentada aos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, quando discursava na sessão extraordinária da Assembleia da organização, que decorre desde quarta-feira na capital etíope. O chefe da diplomacia angolana sublinhou que, “pela primeira vez, essa formulação foi usada de forma tão clara pela Organização das Nações Unidas (ONU) para justificar a intervenção num conflito, denotando assim uma nova forma de agir na gestão de crises”.
Exprimindo-se perante 13 Chefes de Estado e 24 chefes de Governo africanos, o diplomata adiantou que a nova tendência do Conselho de Segurança, em se empenhar de forma activa e colocando-se a favor de uma das partes em conflito, entra em choque com o conceito tradicional de manutenção de paz concebido como rigorosamente neutro desde a criação da ONU.De acordo com Georges Chikoti, o mundo está a viver “grandes transformações que não podem deixar indiferente qualquer nação, uma vez que, países africanos que já tinham feito enormes progressos são agora objecto de destruição sistemática e programada, com consequências imprevisíveis para o futuro do continente”.
Observou que independentemente das experiências vividas, hoje ninguém sabe de onde virão os próximos conflitos e, por conseguinte, a África não pode cruzar os braços e esperar que emerjam novas crises para encontrar soluções.
O ministro defendeu que os Estados africanos devem assumir as suas responsabilidades perante a organização continental, proporcionando-lhe uma autonomia financeira, evitando-se assim a dependência das contribuições de países doadores, redefinindo as prioridades da organização, criando uma agenda mínima e mais eficaz.  
O ministro angolano das Relações Exteriores defendeu, por outro lado, que os Estados africanos devem assumir as suas responsabilidades perante a União Africana, proporcionando-lhe autonomia financeira para evitar a dependência das contribuições de países doadores. Na quarta-feira, numa palestra sobre o Dia de África, o ministro Georges Chikoti, considerou que a crise política na Costa do Marfim e os conflitos armados no Norte de África põem em causa a própria razão da existência da União Africana.  Ao fazer um historial sobre o percurso da organização, o chefe da diplomacia angolana lamentou o facto de a União Africana não desempenhar o seu papel na solução dos problemas reinantes nestas regiões do continente.

Friday, May 27, 2011

Ex agente della CIA afferma che gli statunitensi non hanno ucciso Bin Laden


Pravda 19.05.2011

Osama bin Ladin è morto di morte naturale quasi 5 anni prima di quando è stato dichiarato eliminato da commando statunitensi. Questa affermazione sensazionale è stata fatta da un politico turco, ed ex agente dei servizi segreti degli Stati Uniti. In un’intervista aChannel One della Russia, ha detto che gli statunitensi hanno semplicemente trovato e aperto la tomba del leader di al-Qaida.
I giornalisti di Channel One hanno incontrato la prima volta questo uomo nel 2008. All’epoca venne descritto nel documentario “Piano Caucaso“, dove parlava dei tentativi dei servizi segreti occidentali, nei primi anni ’90, di separare il Caucaso settentrionale e, in particolare, la Cecenia, dalla Russia. Di nazionalità Cecena, Berkan Yashar ora è un politico turco, ma in quegli anni fu uno degli ideologi di Zhokhar Dudaev. Ha chiesto un incontro, promettendo di raccontare la verità sulla morte di Osama bin Ladin, che aveva incontrato nei primi anni ’90 in Cecenia.
Nel settembre del 1992 mi trovavo in Cecenia, in quel momento ho conosciuto l’uomo il cui nome era Bin Ladin. Tale incontro si svolse in una casa a due piani nella città di Groznij. Al piano superiore vi era la famiglia di Gamsakhurdia, il presidente georgiano che poi fu cacciato dal suo paese. Ci incontrammo al piano inferiore. Osama viveva nello stesso palazzo”. Berkan ha detto di non sapere perché bin Ladin avesse visitato Groznij, e ha detto solo una cosa su suoi incontri: “Voleva solo parlare
Tuttavia, secondo Channel One, in quegli anni l’ex dipendente di Radio Liberty Berkan Yashar, aveva già un nome operativo, Abubakar, datogli dalla  CIA. Secondo Berkan, dopo quel viaggio, dei cittadini ceceni apparvero nella cerchia di Osama bin Ladin. Berkan Yashar ha sottolineato che non hanno partecipato “direttamente agli attentati terroristici”. “Proteggevano bin Ladin, è stata una sua scelta perché si fidava di loro del tutto, e sapeva che non l’avrebbero mai tradito“, ha detto. Secondo Yashar non era l’unico che lo sapeva, ma anche i servizi di sicurezza russi e la CIA ne erano al corrente.
Rispondendo alla domanda se credeva che gli statunitensi avessero ucciso Usama bin Ladin in Pakistan, Berkan Yashar risponde: “Anche se il mondo intero ci crede, io non potevo crederci“. “Conosco personalmente i ceceni che lo proteggevano, sono Sami, Mahmood e Ayub, ed erano con lui fino alla fine. Mi ricordo quel giorno molto bene, erano tre su sei: il 26 giugno 2006. Queste persone, così come altre due di Londra e due americani, tutti e sette, lo videro morto. Era molto malato, era pelle e ossa, molto magro, e lo hanno lavato e seppellito“, ha detto Berkan Yashar.
Yashar ha sottolineato che sebbene i due musulmani statunitensi e due musulmani britannici, che erano le guardie di bin Laden e che lo videro morto, non hanno partecipato ai funerali. “Solo i tre ceceni lo seppellirono, secondo la sua volontà“, ha detto Yashar. Bin Ladin è stato sepolto, secondo Yashar, in una montagna al confine tra Pakistan e Afghanistan. “Non c’era nessun attacco“, ha detto. “Conosco le operazioni statunitensi dall’interno: hanno trovato la tomba, hanno tirato fuori bin Ladin e lo hanno detto a tutti. Hanno bisogno di mostrare come i servizi di sicurezza funzionano tecnologicamente, come ogni passo è controllato, e quindi presentarla come una grande vittoria, per dimostrare ai contribuenti che non pagano le tasse per niente.”
Berkan ora s’incolpa per i ceceni che tutelavano bin Ladin, “il terrorista numero uno” non era più in vita quando i servizi segreti degli Stati Uniti hanno cominciato ad ascoltare le conversazioni telefoniche di Berkan. Ha detto che era il primo che ha annunciato la data di morte di bin Laden. “Sono stato il primo che ha annunciato la data della sua morte, nel novembre del 2008, in una conferenza a Washington, senza fare alcun nome, e così sembra che allora che gli americani hanno cominciato a monitorare i miei contatti“, ha detto.
L’ultima guardia di sicurezza che Berkan vide, era Sami che, secondo lui, pochi giorni prima che bin Ladin fosse stato dichiarato ucciso, era stato rapito dai servizi segreti degli Stati Uniti. Sempre secondo Berkan, molto probabilmente, è stato lui che gli ha rivelato  il luogo esatto della sepoltura, nelle montagne al confine tra Pakistan e Afghanistan.
In ogni caso, l’ultima chiamata da Sami proveniva dal Pakistan. Berkan ha spiegato perché  ha informato i giornalisti di Channel One: temeva per la sua vita. Secondo lui, solo un’ampia pubblicità in tutto il mondo è in grado di proteggerlo dalla CIA. Tuttavia, nel caso, i servizi segreti turchi, secondo lui, lo doteranno di protezione ed armi.
Traduzione di Alessandro Lattanzio – Aurora03.da.ru


Gli Stati Uniti e il Pakistan vicini a una guerra aperta, un ultimatum cinese avverte gli Stati Uniti dall’attaccare il Pakistan

Webster G. Tarpley 24 maggio 2011
La Cina ha già avvertito gli Stati Uniti che un qualsiasi attacco contro il Pakistan da parte di Washington, sarebbe interpretato come un atto di aggressione contro la Cina. Questo avvertimento è il primo secco ultimatum strategico ricevuto da Washington in oltre mezzo secolo, risalendo all’avvertimento dell’Unione Sovietica durante la crisi di Berlino, tra il 1958 e il 1961, e questo rappresenta un’ulteriore conferma del grave pericolo di una guerra generale dal confronto USA-Pakistan.
“Qualsiasi attacco contro il Pakistan sarà percepito come un attacco alla Cina”
Rispondendo alle relazioni che affermavano che la Cina aveva chiesto agli Stati Uniti di rispettare la sovranità del Pakistan, nei momenti successivi all’operazione bin Ladin, il portavoce del Ministero degli affari esteri cinese, Jiang Yu, ha usato il briefing con la stampa del 19 maggio per ribadire la domanda categorica di Pechino che “la sovranità e l’integrità territoriale del Pakistan devono essere rispettate.” Secondo fonti diplomatiche pakistane, citate dal Times of India, la Cina ha “avvertito senza equivoci, che un attacco contro il Pakistan sarà considerato un attacco alla Cina“. È stato suggerito che questo ultimatum è stato rilasciato durante i colloqui politico-economici che hanno avuto luogo a Washington il 9 maggio, in cui la delegazione cinese era guidata dal vice premier cinese Wang Qishan e dal consigliere di stato Dai Bingguo.(1) Gli avvertimenti dalla Cina sono  implicitamente sostenuti dai missili nucleari della nazione, tra cui 66 missili intercontinentali, di cui molti con la capacità di colpire gli Stati Uniti, e  da altri 118 missili a medio raggio, 36 missili lanciati da sottomarini, e da molti sistemi missilistici a corto raggio.
Il sostegno della Cina è visto dagli osservatori regionali di estrema importanza per il Pakistan, che altrimenti sarebbe intrappolato nel fuoco incrociato tra Stati Uniti e India. “Se la pressione degli Stati Uniti e dell’India continua, il Pakistan potrà dire ‘la Cina è con noi. Non crediate che siamo isolati, abbiamo una potenziale super-potenza con noi”, ha detto all’AFP il generale in pensione e analista politico, Talat Massoud. (2)
L’ultimatum cinese si è avuto durante la visita a Pechino dal Primo Ministro pachistano Gilani, durante il quale il governo ospite ha annunciato il trasferimento immediato e gratuito di 50 jet da combattimento ultimo modello JF-17. (3) Prima della sua partenza, Gilani ha rafforzato l’importanza dell’alleanza tra Pakistan e Cina proclamando: “Siamo orgogliosi di poter contare la Cina tra i nostri migliori amici e di ribadire la fiducia che ci lega. La Cina potrà sempre contare sul Pakistan, che sarà al suo fianco in ogni momento… Quando diciamo che questa amicizia è più grande dell’Himalaya e più profonda degli oceani, cogliamo l’essenza di tale rapporto.” (4) Queste osservazioni sono state accolte con lamenti dai portavoce statunitensi, tra cui il senatore repubblicano dell’Idaho Risch.
La crisi strategica che bolle tra Stati Uniti e il Pakistan, è esplosa con forza il 1° maggio, con il caso del raid del commando unilaterale e non autorizzato, che presumibilmente avrebbe ucciso il fantasma di Usama bin Ladin, in una casa fortificata nella città di Abottabad, cosa che costituisce una flagrante violazione della sovranità del Pakistan. La tempistica di questa cascata militare, condotta per infiammare le tensioni tra i due paesi, non aveva assolutamente nulla a che fare con la presunta guerra contro il terrorismo, e tutto ciò a che fare con la visita in Pakistan, alla fine di marzo, del principe Bandar, il capo della sicurezza nazionale saudita. Questa visita ha comportato una immediata alleanza tra Islamabad e Riad, con il Pakistan che promette di fornire truppe per sedare qualsiasi ribellione architettata dagli Stati Uniti, come una rivoluzione  colorata, nel Regno dei Saud, fornendo nel contempo un ombrello nucleare ai sauditi, rendendoli meno vulnerabili alle minacce di estorsione degli Stati Uniti, per abbandonare la petro-monarchia alle cure di Teheran. Un movimento congiunto tra il Pakistan e l’Arabia Saudita per spezzare il predominio dell’impero statunitense nella regione e, qualsiasi cosa si pensi di questi due regimi, ciò sarebbe un colpo mortale per l’impero in dissoluzione degli Stati Uniti in Asia del sud.
Per quanto riguarda le indicazioni circa il presunto raid contro bin Ladin il 1° maggio, vi è una massa di contraddizioni che cambiano di giorno in giorno, e che non danno alcuna speranza di sapere cosa sia realmente successo. Un’analisi di questa avventura sarebbe in mani decisamente migliori con dei critici letterari e scrittori di riviste teatrali. Il solo fatto solido e consistente che emerge da tutto questo, è che il Pakistan è l’obiettivo principale degli Stati Uniti, con l’intensificazione della politica statunitense anti-Pakistan che è stata messa in vigore dal famigerato discorso  di Obama a West Point, nel dicembre 2009.
Gilani: rappresaglie massicce per difendere il Pakistan
L’avvertimento dei cinesi a Washington si è avuto  poco dopo la dichiarazione di Gilani al parlamento del Pakistan, dove ha detto: “Non permettiamo a nessuno di trarre conclusioni sbagliate. Ogni attacco contro le acquisizioni strategiche del Pakistan, in modo aperto o segreto, troverà una risposta adeguata… Il Pakistan si riserva il diritto di contrattaccare con forza. Nessuno dovrebbe sottovalutare la motivazione e la capacità della nostra nazione e delle sue forze armate nel difendere la nostra sacra patria.” (5) Un monito di rappresaglia di una potenza nucleare come il Pakistan deve essere preso sul serio, anche dai più feroci aggressori del regime di Obama.
Le acquisizioni strategiche di cui Gilani parla sono le forze nucleari pakistane, la chiave per dissuadere un possibile attacco da parte dell’India, scaturente dal quadro delle relazioni di cooperazione nucleare tra Stati Uniti e India. Le forze Usa in Afghanistan non sono state in grado di mascherare la loro ampia pianificazione nel cercare di sequestrare e distruggere le armi nucleari del Pakistan. Secondo un rapporto di Fox News del 2009: “Gli Stati Uniti hanno un piano dettagliato per infiltrarsi in Pakistan e sottomettere il suo arsenale di testate nucleari mobili, se risulta che il paese sta per soccombere al potere dei taliban, al-Qaida o di altri movimenti islamici estremisti. Questo piano è stato sviluppato dal generale Stanley McChrystal, quando era capo del Comando Operazioni Speciali di Fort Bragg, in North Carolina. Questo comando è direttamente coinvolto nella operazione che apparentemente riguardava bin Ladin, è composto da Delta Force, Navy SEAL e da una speciale unità di informazione  alta tecnologia, conosciuta come ‘forza speciale arancione’“. “Piccole unità potrebbero sequestrare armi nucleari del Pakistan, neutralizzarle e successivamente centralizzarle in un posto sicuro“, aveva detto una fonte citata da Fox. (6)
Obama ha già approvato un attacco occulto contro le armi nucleari del Pakistan
Come dice il London Sunday Express, Obama ha già approvato una azione aggressiva in questi termini: “Le truppe degli Stati Uniti saranno schierate in Pakistan, se gli impianti nucleari di quella nazione saranno sotto una minaccia terroristica che cercherebbe di vendicare la morte di bin Ladin… Il piano, che sarebbe stato attivato senza il consenso del presidente Zardari, ha provocato una reazione rabbiosa da parte dei funzionari pakistani… Obama avrebbe dato l’ordine di paracadutare truppe per garantirsi il controllo dei siti nucleari chiave. Ciò comprende il quartier generale della base aerea di Sargodha, che ospita i caccia F-16 e almeno 80 missili balistici a testata nucleari. “Secondo funzionari USA”, il piano ha ricevuto via libero e il presidente ha già indicato la sua intenzione di dispiegare truppe di terra in Pakistan, se pensa che ciò sia importante per la sicurezza nazionale.” (7)
Una estrema tensione su questo tema illustra la follia avventuriera di Obama e del suo attacco unilaterale del 1° maggio, che potrebbe facilmente essere stato interpretato, dalle autorità pakistane, come il promesso attacco contro la sua capacità nucleare. Secondo il New York Times, Obama ha capito che rischiava una guerra immediata con il Pakistan e ha insistito “che la forza di attacco, a caccia di bin Ladin, è abbastanza forte per combattere e lasciare il paese se avesse di fronte forze ostili o di polizia e militari locali”.
Il conto alla rovescia è già iniziato
Il conflitto a fuoco tra forze USA e pakistane hanno subito un’escalation il 17 maggio, quando un elicottero della NATO ha violato lo spazio aereo pakistano in Waziristan. Le forze pakistane erano in allerta e hanno subito aperto il fuoco.  L’elicottero statunitense ha risposto al fuoco. Due soldati di stanza nella zona di confine di Datta Khel sono stati feriti. (8)
Una possibile risposta pakistana a questa incursione potrebbe essersi verificata a Peshawar, il 20 maggio, quando un’autobomba che apparentemente mirava a un convoglio di due veicoli del consolato degli Stati Uniti, causando solo danni materiale agli statunitensi. Un passante è stato ucciso e diversi feriti. In un altro caso di guerra d’intelligence, la televisione Ary 1 ha riportato il nome del capo della stazione CIA a Islamabad, il secondo residente-spia ad avere la copertura rivelata in meno di sei mesi.
L’inviato degli Stati Uniti Grossman respinge la richiesta del Pakistan di cessare le violazioni del confine
Il rappresentante speciale degli Stati Uniti in Afghanistan e Pakistan, Marc Grossman, che ha sostituito il defunto Richard Holbrooke, ha respinto con arroganza il 19 maggio le richieste pakistane per garantire che le operazioni stile Abottabad non sarebbe state perpetrate in Pakistan. (9) Rifiutandosi di  garantire ciò, Grossman ha detto che le autorità pakistane non hanno mai chiesto il rispetto dei loro confini negli ultimi anni. (10)
In questa crisi di importanza strategica, l’India ha continuato con la sua scaletta di provocatorie esercitazioni militari che puntavano al Pakistan. Come l’esercitazione  “Vijayee Bhava” (Siamo vittoriosi) che ha avuto luogo nel deserto del Thar, nel nord del Rajasthan. Questa esercitazione di Blitzkrieg NBC (nucleare, biologico, chimico), implicava il secondo corpo d’armata che è “considerato la più importante formazione di attacco dell’esercito indiano, il cui compito sarebbe praticamente dividere in due il Pakistan, in caso di guerra totale dichiarata tra i due paesi.” (11)
Un modo per ottenere la necessaria provocazione per giustificare un attacco indo-statunitense al Pakistan, sarebbe aumentare le azioni terroristiche attribuite ai cosiddetti taliban. Secondo la stampa pachistana, CIA, Mossad e RAW (Research and Analysis Wing) dell’India, hanno creato la propria versione dei taliban, sotto forma di contro-banda terrorista che controllano e gestiscono. Una fonte ha riferito che “agenti della CIA sono infiltrati nelle reti dei taliban e di al-Qaida ed hanno creato la propria forza Tehrik-e-Taliban Pakistan (TTP), al fine di destabilizzare il Pakistan.” L’ex comandante regionale del Punjab dell’ISI, l’intelligence pakistana, il generale di brigata Aslam Ghuman ha commentato: “Durante la mia visita negli Stati Uniti, ho appreso che l’agenzia di spionaggio del Mossad, con la connivenza dell’indiano RAW e la diretta supervisione della CIA, hanno programmato di destabilizzare il Pakistan a qualsiasi costo.” (12) Il doppio attentato che ha ucciso 80 paramilitari in Waziristan, la scorsa settimana, è stato perpetrato da questa contro-banda?
Allo stesso modo, i servizi segreti russi “hanno rivelato che il contraente della CIA, Raymond Davis, e la sua rete, hanno fornito ad al-Qaida  armi nucleari, chimiche e biologiche, in modo che le installazioni militari statunitensi possano essere prese di mira e accusare il Pakistan…” Davis, egli stesso un veterano delle operazioni speciali, è stato arrestato per l’omicidio di due agenti dell’ISI, ma poi è stato rilasciato dal governo pakistano, dopo una sospetta campagna di lamentele del Dipartimento di di Stato USA.
La CIA ha detto che il nuovo capo di al-Qaida vive Waziristasn
Se gli Stati Uniti hanno bisogno di un nuovo pretesto per ulteriori incursioni, sarà facile citare la presenza ipotizzata in Waziristan di Saif al-Adel, ora definito dalla CIA il  successore di Bin Ladin a capo di al-Qaida. (13) Questo è davvero molto attuale e aiuterà le intenzioni aggressive di Obama sostenendo che Saif al-Adel si trova  nel confine più caldo del mondo, e non a Finsbury o a Flatbush.
Dopo il raid Usa non autorizzato del 1° maggio, il leader pakistano, generale Kayani, ha pubblicato il suo avvertimento che, una tale “disavventura“, non potrà essere ripetuta, annunciando anche che il personale statunitense in Pakistan sarà notevolmente ridotto. Secondo le stime dell’ISI, ci sono attualmente circa 7000 agenti della CIA nel paese, molti di loro sconosciuti al governo pakistano. La condivisione delle informazioni tra il Pakistan e gli Stati Uniti è stata segnalata come  notevolmente ridotta. In risposta alla reazione di Kayani, l’operazione di propaganda della CIA, nota come Wikileaks, ha ancora una volta dimostrato la sua vera natura cercando di screditare il comandante pakistano con dei dubbi rapporti delle ambasciate degli Stati Uniti, secondo cui aveva chiesto maggiori attacchi di droni statunitensi, non di meno, negli ultimi anni.
In particolare, dopo il discorso di Obama a West Point, la CIA ha utilizzato gli attacchi di droni per compiere stragi di civili, al fine di fomentare una guerra civile in Pakistan, portando alla divisione del paese lungo le linee etniche del Punjab, Sindh, Baluchistan e Pashtunistan. L’obiettivo geopolitico di tutto questo è distruggere il potenziale che ha il Pakistan nell’essere il corridoio energetico tra l’Iran e la Cina. Selig Harrison è emerso come il sostenitore statunitense di spicco della secessione del Baluchistan.
Dal 1° maggio, sei attacchi dei droni USA avrebbero causato almeno 42 morti tra la popolazione civile del Pakistan, spingendo la popolazione a un crescente l’odio anti-americano. In risposta, in una sessione congiunta, il Parlamento pachistano ha approvato unanimemente, il 14 maggio, una richiesta formale di sospendere gli attacchi missilistici degli USA, chiedendo al governo di tagliare la strada dei rifornimenti della NATO in Afghanistan, se gli attacchi continuano. (14) Con la linea di rifornimento Karachi-Khyber Pass, che attraversa il passo dallo stesso nome, e che trasporta i due terzi delle forniture richieste dagli invasori dell’Afghanistan, tale azione potrebbe causare il caos tra le forze della NATO. Tutto questo mette in evidenza la follia intrinseca nel provocare la guerra con il paese in cui passano le linee di rifornimento.
Gli Stati Uniti vogliono utilizzare il capo dei taliban, Mullah Omar, contro il Pakistan
Il Dipartimento di Stato ha abbandonato tutte le condizioni per negoziare con i taliban, lo scorso febbraio, e gli Stati Uniti stanno ora cercando di negoziare con gli inviati del Mullah Omar, secondo il Washington Post, il leggendario leader monocolo del consiglio di Quetta, o Shura dei taliban. E’ chiaro che l’alleanza che gli Stati Uniti offrono ai taliban è contro il Pakistan. L’inviato statunitense nella regione, Marc Grossman, è ostile al Pakistan, ma circa i taliban è stato soprannominato “signor riconciliazione“. (15) Al contrario, gli Stati Uniti sarebbero determinati ad assassinare il capo della rete Haqqani, utilizzando un raid come quello effettuato contro bin Ladin. I Pakistani sono determinati a mantenere gli Haqqani come alleati.
Se la Cina si allinea col Pakistan, allora è molto probabile che la Russia si affiancherà alla Cina. Anticipando la prossima riunione dell’Organizzazione della Cooperazione di Shanghai del 15 giugno di quest’anno, il presidente cinese Hu si è felicitato delle relazioni sino-russe, che si trovano a un livello record di positività fino ad allora senza precedenti, e questo con “un evidente ingrediente strategico“. In una conferenza stampa di questa settimana, il presidente Medvedev è stato costretto a riconoscere indirettamente che il “risveglio” delle relazioni con la Russia, come acclamato da Obama, non ha beneficiato di un miglioramento, dopo la conferma del programma ABM degli USA in Romania e nel resto dell’Europa orientale, un programma così apertamente diretto contro la Russia che, quindi, di fatto dava al Trattato START un valore discutibile, facendo rivivere lo spettro di una nuova guerra fredda. “Considerando l’attacco della Nato contro la Libia, non ci sarà alcuna risoluzione dell’ONU contro la Siria“, ha detto Medvedev. Putin aveva ragione fin dall’inizio e Medvedev cerca di seguirne l’esempio, al fine di ritagliarsi qualche possibilità di rimanere al potere.
Siamo al 1° Luglio 1914?
La crisi che ha portato alla prima guerra mondiale è iniziata con l’assassinio a Sarajevo, del 28 giugno 1914, ma la dichiarazione della prima grande guerra, non ebbe luogo prima del 1° agosto. Durante il mese di luglio, gran parte della opinione pubblica europea era trincerato in una elegiaca e idilliaca illusione, anche se la crisi mortale stava diventando sempre più importante. Qualcosa di simile si può vedere oggi. Molti cittadini statunitensi credono che la presunta morte di bin Ladin segni la fine della guerra contro il terrorismo e della guerra in Afghanistan. Invece, l’operazione contro bin Ladin ha chiaramente provocato una nuova emergenza strategica. Le forze che si erano opposte alla guerra in Iraq, sostengono in modo aperto la sanguinosa aggressione di Obama alla Libia, forze come MSNBC, il movimento dei liberali di sinistra, che sono la maggioranza nel movimento per la pace. Hanno persino celebrato Obama come un guerrafondaio più efficace della cricca Bush-Cheney, a causa del suo presunto successo ai danni di bin Ladin.
In realtà, non c’è mai stato momento migliore per mobilitarsi e fermare il progetto di una nuova guerra incombente, più grande e più mortale.  Il tempo è venuto.
Riferimenti
1 Economic Times
2 “China-Pakistan alliance strengthened post bin Laden,” AFP, 15 maggio 2011,
3 NY Times4 UPI
5 NY Post
6 Rowan Scarborough,”US Has Plan to Secure Pakistan Nukes if Country Falls to Taliban”, Fox News, 14 maggio 2009.
7 “US ‘To Protect Pakistan,” London Sunday Express, 15 maggio 2011
8 Reuters
9 “US refuses to assure it will not act unilaterally” 
10 “No US assurance on unilateral ops
11 “Getting leaner and meaner?” Times of India, 10 maggio 2011
12 “CIA has created own Taliban to wreak terror havoc on Pakistan, claims Pak paper,” ANI, 12 maggio
13 “New al-Qaeda chief in North Waziristan,” 19 maggio 2011
14 Msnbc 15  Telegraph

Traduzione di Alessandro Lattanzio – Aurora03.da.ru

Le guerre segrete dell’alleanza saudita-israeliana

Mahdi Darius Nazemroaya Global Research, 28 maggio 2011
Un vecchio proverbio cinese dice: la crisi può essere un’opportunità per qualcuno.
Tel Aviv, Washington e la NATO stanno approfittando degli sconvolgimenti nel mondo arabo. Non solo lottano contro le legittime aspirazioni del popolo arabo, ma stanno manipolando la geopolitica del mondo arabo nella loro strategia per il controllo dell’Eurasia.
Conflitti settari in Egitto: un mezzo per indebolire lo stato egiziano
L’Egitto è governato da una giunta contro-rivoluzionaria. Nonostante la crescente ostilità del popolo egiziano, il vecchio regime è ancora in vigore. Eppure, le sue fondamenta stanno diventando sempre più instabili, mentre il popolo egiziano diventa sempre più radicale nelle sue richieste.
Come nell’era Mubarak, il regime militare di Cairo permette il diffondersi del settarismo in Egitto, nel tentativo di creare divisioni nella società egiziana. Nei primi mesi del 2011, quando gli egiziani hanno preso d’assalto gli edifici governativi, si scoprirono i documenti segreti che dimostrano come il regime fosse dietro gli attacchi contro la comunità cristiana in Egitto.
Recentemente, i cosiddetti  estremisti salafita hanno attaccato le minoranze egiziane, tra cui i cristiani, ma anche i musulmani sciiti. Attivisti e leader della comunità copta e sciita egiziani puntano il dito contro la giunta militare di Cairo, Israele e Arabia Saudita.
La giunta militare egiziana, Tel Aviv e Al-Saud fanno tutti parte di una minacciosa alleanza. Questo raggruppamento è la spina dorsale della struttura imperiale degli Stati Uniti nel mondo arabo. Sono al servizio di Washington. Prevarranno fin quando gli Stati Uniti domineranno nel sud-ovest dell’Asia e in Nord Africa.
Gli al-Saud cooperano con Washington in Egitto, per instaurare un governo apparentemente islamico. Ciò avviene tramite i partiti politici che gli al-Saud hanno finanziato e contribuito ad organizzare. I cosiddetti nuovi movimenti salafiti ne sono gli esempi principali. Sembra, inoltre, che i Fratelli Musulmani o almeno branche di essi, siano stati cooptati.
L’alleanza saudita-israeliana e la politica della divisione
I legami degli al-Saud con Tel Aviv sono diventati, negli ultimi anni, sempre più visibili e pervasivi. Questa alleanza segreta israelo-saudita esiste nel contesto della più ampia alleanza Khaliji-Israele. L’alleanza con Israele è stata instaurata attraverso la cooperazione strategica tra le famiglie regnanti dell’Arabia Saudita e degli sceiccati arabi del Golfo Persico.
Insieme, Israele e le famiglie dominanti Khaliji, formano la prima linea di Washington e della Nato contro l’Iran e i suoi alleati regionali. L’alleanza agisce anche per la destabilizzazione della regione per conto di Washington. Le radici del caos nell’Asia del sud-ovest e in Nord Africa è sempre questa alleanza Israele-Khaliji.
In linea con gli USA e l’UE, l’alleanza formata da Israele e dai governanti Khaliji ha operato per creare divisioni etniche tra arabi e iraniani, divisioni religiose tra musulmani e cristiani e divisioni confessionali tra sunniti e sciiti. E’ la “politica della divisione” o “fitna“, che è anche servita a mantenere al potere le famiglie dominanti Khaliji, e Israele al suo posto. Israele e la famiglie dominanti Khaliji non potrebbero sopravvivere senza la fitna regionale. Gli al-Saud e Tel Aviv sono gli autori della divisione tra Fatah ed Hamas e dell’allontanamento di Gaza dalla Cisgiordania. Hanno cooperato nella guerra del 2006 contro il Libano, al fine di schiacciare Hezbollah e i suoi alleati politici. Arabia Saudita e Israele hanno, inoltre, collaborato nel diffondere il settarismo e la violenza settaria in Libano, Iraq, Golfo Persico, Iran e ora l’Egitto.
Israele e le monarchie Khaliji aiutano Washington nel perseguire il suo obiettivo di neutralizzare, in ultima analisi, l’Iran e i suoi alleati, così come qualsiasi forma di resistenza contro gli Stati Uniti, in Asia sud-occidentale e in Nord Africa. Ecco perché il Pentagono ha pesantemente armando Tel Aviv e gli sceiccati Khaliji. Washington  sta anche creando, in Israele e nei sceiccati arabi, gli scudi anti-missili volti contro l’Iran e la Siria.
Iranofobia
L’alleanza tra gli sceiccati Khaliji e Israele è stato strumentale nella creazione dell’ondata di Iranofobia nel mondo arabo. L’obiettivo finale dell’Iranofobia è trasformare l’Iran, agli occhi dell’opinione pubblica araba, in un nemico del popolo arabo, in modo da distrarre l’attenzione dai veri nemici del mondo arabo, ossia le potenze neo-coloniali che occupano e controllano territori arabi.
L’Iranofobia è un’operazione psicologica, uno strumento della propaganda. L’obiettivo strategico è isolare l’Iran e riconfigurare il panorama geo-politico dell’Asia sud-occidentale e del Nord Africa. Inoltre, l’Iranofobia è stata utilizzata dalle famiglie regnanti Khaliji, dagli Emirati Arabi Uniti all’Arabia Saudita e al Bahrain, come pretesto per la repressione dei loro popoli, che chiedono libertà e diritti democratici negli sceiccati.
L’Alleanza del 14 Marzo in Libano, un insieme di clienti dei Khaliji-USA e alleati di Israele, ha anch’essa usato l’Iranofobia e la “politica della divisione“, per cercare di aggredire Hezbollah e i suoi alleati politici libanesi. L’obiettivo è  indebolire e minare i legami libanese-iraniano e siriano-libanese. L’Alleanza del 14 Marzo, controllata soprattutto dal Movimento Futuro di Hariri, ha importato in Libano i cosiddetti combattenti salafiti di Fatah al-Islam, con l’obiettivo di usarli per attaccare Hezbollah. Il Movimento Futuro ha anche avuto un ruolo nel progetto israelo-saudita-statunitense di destabilizzazione della Siria e del suo allontanamento dal Blocco della Resistenza.
Mahdi Darius Nazemroaya è specializzato in Medio Oriente e Asia Centrale. È ricercatore associato presso il Centre for Research on Globalization (CRG).
Traduzione di Alessandro Lattanzio – Aurora03.da.ru




La guerra segreta della NATO in Libia
La guerra in Libia - Parte III
Mahdi Darius Nazemroaya Global Research, 16 maggio 2011
Traduzione di Alessandro Lattanzio
Mahdi Darius Nazemroaya è specialista in Medio Oriente e Asia Centrale. É Ricercatore Associato del Centre for Research on Globalization (CRG).
Nella parte I di questo testo, vengono discussi gli eventi che hanno portato e impostato lo sfondo dell'attuale conflitto in Libia. La parte II esamina il ruolo centrale della distorsione e della disinformazione dei media nel giustificare la guerra della NATO su "basi umanitarie".
Il testo che segue esamina i piani di guerra e le operazioni di intelligence NATO-USA relativi alla Libia, prima dell'inizio della sollevazione, in Libia orientale, e dell'adozione della risoluzione 1973 del Consiglio di sicurezza delle Nazioni Unite.
Fin dall'inizio, il conflitto in Nord Africa era destinato a risolversi in una vera guerra della NATO. Il Pentagono e la NATO non solo hanno armato il Consiglio di transizione, in violazione del diritto internazionale, ma avevano anche forze sul campo fin dall'inizio.

Forze straniere erano sul terreno in Libia prima di una qualsiasi approvazione dell'ONU 
Il Consiglio di sicurezza dell'ONU ha soltanto approvato la risoluzione 1973, perché Mosca e Pechino si sono astenute. Questa è stata una mossa tattica destinato a limitare la guerra. Se la risoluzione non fosse stata bloccata dal veto di Russia e Cina, con ogni probabilità, Stati Uniti, Gran Bretagna, Francia, Italia (e i membri europeo-occidentali della NATO), avrebbero fatto ricorso ad "altri mezzi", tra cui un'invasione vera e propria. Con l'astensione e con le potenze della NATO che vocalmente si auto-investono della risoluzione ONU 1973 e si nascondono dietro di essa, Mosca e Pechino sono riuscite a limitare le scelte del Pentagono e della NATO.
Gli sforzi di Mosca e Pechino, tuttavia, non hanno ostacolato Washington e i suoi alleati della NATO dalla violazione del diritto internazionale o della risoluzione ONU 1973. Washington ha ammesso casualmente che la Central Intelligence Agency (CIA) è sul terreno a sostenere le forze ribelli. Secondo Washington, il coinvolgimento di agenti dei servizi segreti degli Stati Uniti in Libia, è iniziato prima che l'ambasciata USA a Tripoli fosse stata chiusa. [1] Il 25 febbraio 2011 è la data in cui l'ambasciata USA a Tripoli è stata segnalata essere chiusa. [2] Si tratta di un'omissione casuale che gli Stati Uniti abbiano violato il diritto internazionale, e che operano sul terreno in Libia da prima di qualsiasi approvazione dell'ONU. Inoltre, l'Italia aveva aperto le sue basi militari all'utilizzo da parte di Stati Uniti, Gran Bretagna e Francia prima di qualsiasi approvazione dell'ONU, sconfessando il suo patto di non-aggressione con la Libia, il 27 febbraio 2011. [3] In altre parole, la guerra contro la Libia era già iniziata.
Funzionari anonimi degli Stati Uniti hanno anche detto alla Reuters che le operazioni di intelligence degli Stati Uniti erano in corso in Libia da prima che il presidente Obama avesse firmato un ordine segreto, nel marzo 2011, che autorizzava le azioni segrete degli Stati Uniti contro il governo libico. [4] Gli Stati Uniti non era i soli ad operare in Libia. E' stato riferito che anche decine di agenti inglesi e commando dell'MI6, e di unità del Special Air Services (SAS) e dello Special Boat Services (SBS), operavano all'interno di Libia. [5] Queste forze straniere in Libia sono state inviati per preparare la guerra, selezionando gli obiettivi da bombardare. [6] Anche prima che gli attacchi fossero stati lanciati, sia la Gran Bretagna che la Francia avevano anche annunciato, nel novembre 2010, le esercitazioni che prevedevano di attaccare la Libia, sotto il nome in codice di esercitazione "Southland". [7] I mezzi militari francesi e inglesi mobilitati per queste esercitazioni sospese, sono stati usati per attaccare la Libia. [8] Nel novembre 2010, secondo il giornalista italiano Franco Bechis di Libero, è successo anche che Parigi, nel frattempo, ha cominciato a pianificare un cambio di regime in Libia. Anche se i giochi di guerra del novembre 2010 e l'articolo italiano sui piani di cambiamento di regime vengono abbandonati, una guerra con la Libia era decisa fin dall'inizio della crisi. Prima che l'assalto alla Libia iniziasse, il Pentagono e i suoi alleati della NATO avevano mobilitato una quantità eccessiva di mezzi militari che andava ben oltre le esigenze di una qualsiasi operazione di evacuazione in Libia. Nelle parole del ministro britannico della difesa, Liam Fox:
Come abbiamo visto in Libia nelle ultime 96 ore [la Gran Bretagna] ha ancora la capacità militare per proteggere gli interessi britannici. In un momento in cui il settore commerciale non è stato in grado o non voleva andrsene, il Governo [britannico] ga utilizzato una serie di mezzi militari, tra cui le navi da guerra della Royal Navy, ciascuna con un distaccamento di Royal Marines, e dei C-130 Hercules per evacuare centinaia di britannici e cittadini di una dozzina di altri paesi. Infatti, la forze armate inglesi hanno aperto la strada con la HMS Cumberland, la prima unità militare di qualsiasi paese ad entrare e ad evacuare i cittadini dalla città libica di Bengasi.” [9]
Giorni dopo, il Ministero della Difesa britannico ha riconosciuto che le truppe britanniche erano in stand-by, in attesa di entrare nel territorio libico: “Il Black Watch [...] era stato posto in stato di prontezza elevata, pronto a schierarsi in Nord Africa con 24 ore di preavviso.” La unità di 600 fanti, tornata dall'Afghanistan a fine 2009, e con sede a Fort George vicino a Inverness. "Sono pronti, nel caso", ha detto una fonte. [10] Sotto un pretesto umanitario, Londra ha anche inviato consiglieri militari al Consiglio di transizione. La stampa britannica ha informato di ciò ai primi di marzo 2011: "si sta anche preparando ad inviare diplomatici e consulenti specializzati nella città di Bengasi della parte orientale, dove sono basate le disparate opposizione libici". [11] Almeno uno di questi cosiddetti "consiglieri speciali" è stato successivamente fermato nei pressi di Bengasi. In realtà, Londra ha spudoratamente mentito sull'invio di un diplomatico britannico e del suo gruppo di sicurezza a Bengasi. [12] In questo caso, le guardie di sicurezza erano una chiara copertura dei commando britannici. Il gruppo britannico è stato arrestato dalle forze ribelli, quando il team di sicurezza aveva mentito dicendo di non essere armato. Le armi ed esplosivi nascosti sono stati trovati su di loro. [13] Perché il cosiddetto diplomatico britannico e il suo team di sicurezza non sono andati direttamente a Bengasi?
La storia britannica era molto dubbia e problematica fin dall'inizio. Ancora più significativo è stato il doppio dubbio linguaggio che la BBC utilizzava per segnalare l'incidente, ritraendolo come un semplice malinteso. Si è scoperto che il gruppo armato, arrestato il 6 marzo 2011 vicino a Bengasi da parte delle forze ribelli, era in procinto di condurre una missione di intelligence britannico: il diplomatico era un agente segreto dell'MI6 e la squadra di sicurezza composta da sette commandos SAS britannici. [14] All'incirca nello stesso tempo, anche tre marines olandesi sono stati catturati da parte delle forze libiche che operano all'interno di Sirte. [15] Il governo olandese ha insistito sul fatto che le truppe olandesi stavano semplicemente evacuando due lavoratori olandesi.
Il governo libico, però, non è stato informato o era consapevole dell'operazione olandese. I marines olandesi catturati sono stati successivamente consegnati dai libici ai Paesi Bassi, il 10 marzo 2011. [16] Saif Al-Islam Gheddafi ha colto l'occasione per avvertire la NATO di non intervenire in Libia: "Abbiamo detto loro [cioè agli olandesi], di non tornare ancora una volta senza il nostro permesso. Abbiamo catturato i primi soldati NATO, li stiamo rimandando a casa. Ma ci teniamo il loro elicottero." [17] I francesi hanno inoltre inviato aerei carichi di ciò che è stato segnalato essere aiuti medici a Bengasi. [18] A sua volta, le fonti pachistane hanno riportato, a fine febbraio, che Stati Uniti, Gran Bretagna e la Francia avevano inviato consiglieri militari a Bengasi [19]. Ciò che queste relazioni confermano è che c'era una presenza militare e di intelligence stranieri in Libia, prima che un qualsiasi mandato delle Nazioni Unite per una no-fly zone fosse concesso. A questo proposito, i governi coinvolti erano in palese violazione del diritto internazionale.

Un altro caso di doppio standard: i terroristi di ieri sono gli alleati di oggi 
L'intervento straniero consisteva nell'incorporamento delle "attività di intelligence" statunitense, britanniche e saudite in Libia. Quest'ultimo consisteva in para-militari islamisti dall'Afghanistan e da altre zone di conflitto, che sono stati spediti in Libia. Tali attività di intelligence sono ciò che gli USA e i loro alleati definirebbero "elementi terroristici." Questa è ipocrisia assoluta. Come riconosciuto da numerose relazioni, gli Stati Uniti e i loro alleati vanno a letto con i cosiddetti loro nemici terroristi. Questo non dovrebbe essere una sorpresa. Washington e i suoi alleati hanno creato, controllato, nutrito e scatenato gruppi estremisti e criminali che combattono in Afghanistan, Bosnia-Erzegovina, Caucaso, Iraq, Siria, Iran e Libano.
Il Wall Street Journal riferisce dell'addestramento di ribelli nella città libica di Darnah (Derna/Darna) identificando il ruolo di terroristi supportati dagli US all'interno della Libia:
Due ex mujahidin afghani e un detenuto a Guantanamo Bay hanno promosso l'intensificazione della campagna militare in questa città, con l'addestramento di nuove reclute per il fronte e per proteggere la città dagli infiltrati fedeli al colonnello Muammar Gheddafi. […] Abdel Hakim al-Hasady, un influente predicatore islamico e insegnante di scuola superiore che ha trascorso cinque anni in un campo di addestramento in Afghanistan orientale, sovrintende all'addestramento, reclutamento e dispiegamento di circa 300 combattenti ribelli provenienti da Darna. Sulla linea del fronte vi è Salah al-Barrani, un ex combattente del Gruppo combattente islamico libico, o LIFG, che si è stato addestrato negli anni '90 dai mujahidin libico che tornavano a casa dopo aver aiutato a cacciate i sovietici dall'Afghanistan e che si dedicavano a estromettere dal potere Gheddafi. Sufyan Ben Qumu, un veterano dell'esercito libico che ha lavorato per l'holding di Osama bin Laden in Sudan, e in un secondo momento per le attività caritatevoli legate ad al-Qaida in Afghanistan, addestra molte reclute ribelli della città. Sia Hasady che Ben Qumu sono stati presi dalle autorità pachistane dopo l'invasione USA dell'Afghanistan nel 2001, e hanno consegnato Hasady agli Stati Uniti, che è stato rilasciato alla custodia libica dopo due mesi. Ben Qumu ha trascorso sei anni a Guantanamo Bay prima che fosse consegnato alla custodia libica nel 2007”. [20]
Il Libyan Islamic Fighting Group (LIFG) è uno dei componenti delle forze del Consiglio di transizione. Secondo uno studio di West Point del Pentagono, la zona intorno a Bengasi e Darnah, nel Barqa, è il luogo noto per aver fornito il secondo gruppo di combattenti stranieri in Iraq; questi combattenti sono legati al LIFG, che attualmente è alleato degli Stati Uniti e della NATO. [21]

La NATO voleva una guerra in Nord Africa dall'inizio
Il New York Times (28 febbraio 2011) ha affermato che il governo francese si oppone alle azioni militari e che la NATO "non" dovrebbe essere usata contro i libici. [22] Questo è stato davvero un atto di politica del rischio calcolato, destinata a preparare la strada verso una più ampia guerra in Nord Africa. Steven Erlanger analizza la fasulla posizione dei francesi come segue:
“[Il primo ministro] Fillon, come il signor Sarkozy, ha parlato con cautela dell'intervento militare in Libia, diplomatici occidentali hanno detto che la Francia si è opposta all'interno della NATO e delle Nazioni Unite. Il signor Fillon ha detto che la prospettiva di una zona di non volo sopra la Libia aveva bisogno di una risoluzione del Consiglio di Sicurezza delle Nazioni Unite, "oggi che è ben lungi dall'essere ottenuto", e richiederebbe il coinvolgimento della NATO.” [23]
Tutto il preteso dibattito all'interno della NATO e la mancanza di entusiasmo per il ruolo dell'alleanza in Libia, è stata semplicemente una bravata e un atto teatrale ad uso del pubblico. A poco a poco la NATO si sarebbe presentata implicata solo attraverso un "ruolo tecnico" nella guerra. [24] E' a questo punto il Segretario alla Difesa degli Stati Uniti, Roberts Gates, ha dichiarato: "Questa non è una missione della NATO. Questa è una missione in cui i mezzi della NATO possono essere utilizzati per il comando e controllo [contro la Libia]." [25] In realtà, il progetto era un piano della NATO fin dall'inizio della mobilitazione delle forze militari che circondano la Libia. La NATO ha avuto anche il controllo dello spazio aereo libico, prima che la Libia fosse attaccata. [26] Nei franchi termini il segretario generale Anders Fogh Rasmussen, l'Amministrazione Obama, il N°10 di Downing Street e l'UE hanno fuorviato l'opinione pubblica. E' interessante notare, inoltre, che Anders Fogh Rasmussen è stato scelto come segretario generale della NATO, come ricompensa per il suo sostegno come primo ministro danese alle guerre in Afghanistan e in Iraq.

Perché l'Operazione Odyssey Dawn è stata consegnata alla NATO? 
La NATO è un organismo non democratico e non è responsabile verso alcun collegio elettorale. E' attraverso la NATO e le organizzazioni internazionali che il voto pubblico viene bypassato. Il comando della guerra contro la Libia ha deliberatamente stato riassegnato dal Pentagono alla NATO come un mezzo ingegnoso per aggirare il controllo e la responsabilità pubblico, da parte del governo degli Stati Uniti e tutti gli altri governi coinvolti in questa guerra. Anche i cosiddetti reticenti della NATO, la Germania e la Turchia, sono favorevoli alla guerra. Berlino ha inviato più risorse militari nell'Afghanistan presidiato dalla NATO, in modo che le forze militari degli alleati potessero essere liberate per attaccare la Libia. Inoltre, Ankara non ha impedito alla NATO di assumere formalmente le operazioni militari contro la Libia. Mentre il sentimento del popolo turco è contro la guerra, il governo turco è bordo con l'UE e gli Stati Uniti nella guerra contro la Libia. Vale anche la pena di citare il presidente Obama per quanto riguarda la posizione della Turchia sulla Libia:
In questo sforzo, gli Stati Uniti non hanno agito da solo. Invece, siamo assieme a una coalizione forte e crescente. Questa include i nostri più stretti alleati - nazioni come Regno Unito, Francia, Canada, Danimarca, Norvegia, Italia, Spagna, Grecia e Turchia - i quali hanno combattuto al nostro fianco per decenni.” [27]
Washington sta semplicemente cercando di nascondersi dietro i suoi alleati europei occidentali. [28] Gli Stati Uniti sono i leader delle operazioni della NATO, così come stavano lavorando dietro le quinte con i loro alleati per lanciare la guerra, imponendo una no-fly zone. Gli Stati Uniti hanno solo finto di essere contrari alla no-fly zone. Il governo degli Stati Uniti, in realtà, ha fortemente sostenuto una no-fly zone, quando fu presentata al Consiglio di sicurezza dell'ONU, e il Pentagono aveva già mobilitato le risorse militari necessarie per attaccare la Libia. [29] Inoltre, è un ufficiale degli Stati Uniti che ricopre la carica di Comandante supremo alleato in Europa. L'Ammiraglio James G. Stravridis è il comandante supremo delle operazioni militari della NATO. L'Ammiraglio Stravridis non ha bisogno di avere l'approvazione di nessuno della NATO per molte delle decisioni operative che prende. Come questione pubblica, questo è stato deliberatamente chiarito dal senatore Joseph Lieberman
http://icecdn.irv.brandaffinity.net/sb43/ice/FT_10x10a.png e dall'ammiraglio Stravridis all'udienza del Comitato Forze Armate del Senato degli Stati Unitiin, secondo cui le operazioni militari degli Stati Uniti in Europa e Libia sono state discusse. [30] Va anche notato, che mentre l'ammiraglio Stravridis può operare in modo indipendente dal controllo del resto dei membri della NATO, è totalmente subordinato all'amministrazione Obama e al Pentagono.

Turchia: un cavallo di Troia? 
Ankara è stato dipinta come raccordata al regime libico. In realtà, Ankara sostiene il Consiglio di transizione e la guerra della Nato contro la Libia. E' stato affermato che la Turchia ha consigliato il Colonnello Gheddafi e il suo regime, ma questo è fuorviante. Ankara ha svolto il ruolo di negoziatore e intermediario, ma non in modo imparziale. La Turchia gestisce l'aeroporto di Bengasi da cui inglesi, francesi, la NATO, il Qatar e gli Stati Uniti, hanno dato assistenza segrete ed illegali in supporto ai combattenti del Consiglio di transizione. [31] E' la NATO che ha assegnato ad Ankara il ruolo di autorità aeroportuale attraverso un accordo della NATO con il Consiglio di transizione. [32] Inoltre, una delle sedi operative della NATO per la guerra contro la Libia, si trova in Turchia e le forze navali di Ankara stanno partecipando alle operazioni navali e all'embargo contro la Libia. La Turchia è anche un combattente di fatto, attraverso il suo ruolo di supporto alla guerra.
La NATO funziona su base consensuale e se paesi come la Turchia e la Germania fossero stati davvero contro la guerra, allora avrebbero potuto bloccare la NATO dal farsi coinvolgere in Libia. La NATO nel suo complesso è militarmente impegnata in Libia e, pertanto, tutti i membri della NATO devono essere, per estensione, considerati dei combattenti. Quando al generale Carter Ham è stato chiesto dal senatore Sessions se la Turchia ha ostacolato o bloccato la campagna militare degli attacchi della NATO, come veniva affermato, ha confermato che la Turchia era favorevole alla guerra. [33] Il Generale Ham è il comandante di US Africa Command (AFRICOM) e l'ufficiale che ha inizialmente condotto la guerra contro la Libia, fino a quando le operazioni sono state trasferite alla NATO.
Prima della campagna della NATO contro la Libia, Ankara aveva approfondito il suoi legamo con Tripoli e aveva lavorato per stabilire un accordo di libero scambio tra la Turchia e la Libia. Come i suoi legami con la Libia, il governo turco ha anche approfondito i suoi legami con Iran, Siria, Libano, Palestina (Hamas), Russia e diverse ex repubbliche sovietiche. Questo è stato presentato come parte della rinascita politica estera turca, che a volte viene etichettata come neo-ottomanismo. Questo, tuttavia, sembra essere anche un mezzo per portare questi giocatori nell'orbita di Washington e dell'Unione europea. A tale riguardo la Turchia potrebbe essere visto come un cavallo di Troia che lavora per l'integrazione di questi giocatori nella rete imperiale dell'impero di Washington. Il ruolo della Turchia in Siria, Libano e Gaza, sembra essere parte di uno sforzo coordinato per separarli dall'Iran.

Armare i ribelli: La Coalizione in violazione delle risoluzioni delle Nazioni Unite e dell'ATT 
Gli Stati Uniti e i loro alleati hanno violato il diritto internazionale e le risoluzioni ONU 1970 e il 1973, con l'invio di armi al Consiglio di transizione. La Risoluzione ONU 1970 afferma specificamente che le armi non devono essere spedite in Libia. Il primo ministro del Qatar, Al-Thani, ha detto anche che i ribelli saranno armati all'inizio del conflitto. [34] Il primo ministro Al-Thani non ha fatto queste affermazioni isolatamente, ha fatto queste dichiarazioni durante la conferenza di Londra sulla Libia e in collaborazione con i suoi incontri con gli USA, l'UE e la NATO. Giorni dopo, il generale Abdel Fattah Al-Yunis (Al-Younis), e il Consiglio di transizione, hanno detto al network di proprietà saudita Al-Arabiya che avevano preso in consegna le armi che erano state spedite in Libia dall'estero. [35] Pochi giorni dopo, l'emiro del Qatar, Sheikh Hamad bin Khalifa Al-Thani, ha detto alla CNN che il Qatar forniva armi al Consiglio di transizione di Bengasi. [36] In seguito, Al Jazeera del Qatar ha continuato l'offensiva per proteggere l'emiro Al-Thani e legittimare le sue azioni. Mentre intervistava il segretario generale della NATO, Al-Jazeera ha riferito apertamente che il Qatar stava armando il Consiglio di transizione. [37] Questo faceva parte del più ampio sforzo per normalizzare le violazioni della risoluzione 1970 e del diritto internazionale. In una intervista notevolmente teso, la conduttrice Ghida Fakhry ha chiesto al Segretario Generale Rasmussen se i membri della NATO armassero i ribelli o li aiutassero con intelligence, come il Qatar stava apertamente facendo, ma Ramussen ha rifiutato di rispondere alla domanda di Fakhry. [38]
Ciò che cosa Rasmussen ha fatto è stato evitare di toccare l'argomento eludendolo egli stesso ripetendo che la NATO stava semplicemente facendo rispettare la risoluzione ONU 1973. [39] La domanda è stata posta sulla base della risoluzione ONU 1970, ma Ramussen ha mantenuto il riferimento alla risoluzione Onu 1973 e ha ripetuto che la NATO la stava eseguendo. [40] Prima che l'intervista fosse finita, a Rasmussen è stata posta la domanda non meno di quattro volte da Ghida Fakhry. [41]
La logica era che la NATO e i suoi alleati stessero cercando di giustificare l'armamento del Consiglio di transizione, dicendo che inviavano le armi in Libia per la "protezione dei civili." Le armi, comunque, sono destinate ad essere utilizzate per combattere i militari libici e per un'offensiva verso Tripoli. In questo contesto, le azioni del Qatar non sono isolate dalla più ampia campagna bellica guidata da Washington contro la Libia. Il Trattato sul commercio delle armi (ATT) vieta anche di armare i ribelli, perché non sono il governo legale della Libia. I governi che armano i ribelli hanno tentato di aggirare questa disposizione legale, riconoscendo il Consiglio di transizione come il governo legale della Libia. [42]

Il Governo degli Stati Uniti ridefinisce il diritto internazionale e la realtà per giustificare i suoi crimini 
Il governo statunitense è il partito che ha spianato la strada all'armamento del Consiglio di transizione e ha indiscutibilmente violato la risoluzione 1970 del Consiglio di sicurezza dell'ONU e la ATT. La direttiva per armare il Consiglio di transizione con le armi è stata trasmessa da Hillary Clinton
http://icecdn.irv.brandaffinity.net/sb43/ice/FT_10x10a.png a tutti i funzionari riuniti alla Conferenza di Londra sulla Libia. [43] Se non fosse stato del tutto un atto, questo avrebbe costituito un cambiamento radicale per un funzionario degli Stati Uniti che, in precedenza, sosteneva che un intervento statunitensi e straniero sarebbe stato controproducente. [44] Hillary Clinton ha cercato di giustificare l'armamento dei ribelli libici attraverso una interpretazione creativa della risoluzione ONU 1973: "'E' nostra interpretazione che (risoluzione del Consiglio di sicurezza delle Nazioni Unite) 1973 ha modificato o sovrascritto il divieto assoluto di armare chiunque in Libia, in modo che ci possa essere un trasferimento legittimo di armi, se un paese dovesse decidere di farlo', ha detto la Clinton."[45]
La posizione degli Stati Uniti è diventato pubblica, allo stesso tempo della notizia che la CIA stava per armare il Consiglio di transizione. [46] Il Washington Post ha riferito che un anonimo funzionario degli Stati Uniti ha detto, il 30 marzo 2011, che "il Presidente Obama ha rilasciato una constatazione segreta che avrebbe autorizzato la CIA ad effettuare uno sforzo clandestino per fornire armi e altre forme di sostegno, ai gruppi dell'opposizione libica."[47] Inoltre, sarebbe diventato pubblico il fatto che Washington inviava armi in Libia attraverso i suoi clienti arabi.

Il ruolo arabo nell'armamento del Consiglio di transizione
Mentre Hillary Clinton stava dicendo alla comunità internazionale che le andava bene violare le risoluzioni dell'ONU, il Pentagono stava coordinando una violazione delle embargo sulle armi libiche, dando il via libera alla giunta militare egiziana nell'armare il Consiglio di transizione. [48] Ci sono stati anche dei rapporti che l'Egitto fornisse armi ai ribelli:
"Sappiamo che il Consiglio militare egiziano ci sta aiutando, ma non possono essere così visibili", ha detto Hani Souflakis, un uomo d'affari libico al Cairo, che ha agito come collegamento dei ribelli con il governo egiziano, da quando è cominciata la rivolta, secondo il giornale. "Le armi vengono spedite", ha detto Souflakis. "Gli americani hanno dato il via libera agli egiziani per aiutarci. Gli americani non vogliono essere coinvolti a livello diretto, ma gli egiziani non lo farebbero se non avessero ottenuto [dagli USA] via libero". Un portavoce del governo ribelle di Bengasi ha detto che le spedizioni di armi aveva cominciato ad arrivare ai ribelli, ma ha rifiutato di specificare [ai giornalisti] da dove provenissero. [49]
In seguito, Mustafa Gheriani, un portavoce del Consiglio di transizione, ha dichiarato alla stampa internazionale riunita a Bengasi, che il Consiglio di transizione ha aperto centri per l'"addestramento professionale" in combattimento. Il New York Times ha appena citato la risposta di Ghoga a una domanda che chiede se ci sono consiglieri militari e istruttori militari stranieri in queste strutture di combattimento:. Il New York Times ha riferito la risposta di Ghoga come segue "Alla domanda se egli [cioè Gheriani] intende che consiglieri o addestratori stranieri erano presenti, ha rifiutato di rispondere, ma strizzò l'occhio apertamente, due volte. 'Abbiamo un sacco di persone che si addestrano, l'addestramento professionale vero e proprio, di cui non parliamo al mondo', ha detto."[50]
Va notato che tutto questo è accaduto ben prima che Francia e Gran Bretagna pubblicamente riconoscessero di aver inviato unità militari per contribuire all'addestramento del Consiglio di transizione nelle operazioni per combattere contro i militari libici. Questo è in contrasto con quello che il governo britannico ha dichiarato pubblicamente prima, quando ha annunciato che non aveva intenzione di inviare nessun personale militare per assistere il Consiglio di transizione. [51] In seguito, gli Stati Uniti e l'Italia, anche a livello bilaterale, hanno tenuto incontri di alto livello a Washington circa l'armamento delle le forze del Consiglio di transizione. [52]

Altri doppi standard: Chi invia mercenari in Libia? 
Londra ha presentato un piano alle dittature arabe, in particolare agli Emirati Arabi Uniti e al Qatar, per inviare unità militari e addestratori militari a Bengasi e in Libia. [53] la Giordania, che è stato anch'essa coinvolta nella guerra in Libia e nell'oppressione di Bahrein, sarà con ogni probabilità coinvolta. [54] Il piano britannico avrebbe visto Qatar e Emirati sbarcare truppe a Bengasi o, in alternativa, l'assunzione di ex membri delle forze armate britanniche come appaltatori militari privati. [55] Questi ultimi non sono solo mercenari, ma sono anche soldati inglesi che sono in congedo straordinario dal servizio militare, per combattere in veste non ufficiale.
Il Daily Telegraph ha avuto questo da dire, in merito al piano di inviare mercenari inglesi:
“I capi militari occidentali stanno guardando all'esempio dell'Alleanza del Nord dell'Afghanistan, che nel 2001 avevano aiutato a cacciare i talebani, con il sostegno e la leadership militare di squadre della CIA e delle forze speciali britanniche. Un altro esempio [sono] le guerre balcaniche degli anni '90, quando una società statunitense di mercenari ha addestrato e guidato l'esercito croato verso vittorie importanti contro le forze serbe, in un intervento tranquillamente sostenuto da Washington. [...] Tuttavia, si ritiene che gli ex militari britannici potrebbero essere utilizzati come addestratori e "moltiplicatori di forza". Ex membri di Special Air Service, Special Boat Servire e altri reggimenti speciali britannici sono spesso impiegati da società private militari e dai regimi del Medio Oriente come "consulenti" per le loro forze armate. Per le operazioni in cui il governo britannico non è ufficialmente coinvolto, il personale delle forze speciali ha spesso il permesso di dimettersi temporaneamente o di mettersi in congedo, al fine di combattere per altri. Negli anni '70, gli ex membri del SAS hanno combattuto per il sultano dell'Oman con il tacito appoggio della Gran Bretagna. Molti dei soldati SAS sono stati autorizzati a dimettersi temporaneamente dall'esercito britannico per la campagna Oman, poi sono tornati in servizio. Ufficiali britannici stimano che ci sarebbe voluto circa un mese per addestrare i ribelli, al punto in cui si può montare una offensiva di terra coordinato contro [i militari libici].” [56]
Eppure, prima che il governo britannico presentasse anche un piano del genere ci sono state segnalazioni che Londra, insieme a Qatar, Egitto, Arabia Saudita e Stati Uniti, stava armando i combattenti del Consiglio di transizione contro i militari libici. [57] Questo dovrebbe includere l'addestramento tramite ditte o forze militari straniere.

Fase Due delle operazioni in Libia: Intervento Diretto sul terreno? 
Il ruolo della NATO e della coalizione militare contro la Libia non si limita all'aria e al mare. Nel corso di una audizione presso commissione del Senato degli Stati Uniti sulle forze armate, l'ammiraglio Stravridis è stato obbligato dal senatore John McCain
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Una presenza militare straniera di una qualche forma è sul tavolo. Non sarà come le precedenti occupazioni militari della NATO. Mentre il presidente Obama ha dichiarato che truppe da combattimento degli Usa non atterreranno in Libia, il Comitato sulle Forze Armate degli Stati Uniti e l'ammiraglio Stravridis hanno chiarito che la NATO sta valutando l'invio di soldati in Libia, come parte di un "regime di stabilizzazione." [61] In altre parole, una forza internazionale verrà inviata per la cosiddetta missione di "pace" o "stabilizzazione" simile a quelle nella ex Jugoslavia e in Afghanistan. Questa è un'altra forma e un altro nome dell'occupazione. Il Pentagono e la NATO stanno cercando dei metodi per schivare d'informare le Nazioni Unite, al fine di invadere la Libia. Sia Cairo che Tunisi sono candidati a giocare un ruolo in una invasione di terra sponsorizzata dalla NATO. Ai primi di marzo 2011, Hillary Clinton ha tenuto consultazioni in Tunisia e in Egitto con l'opposizione libica e i governi di Egitto e Tunisia. [62] In realtà stava coordinando la guerra in Libia con la Tunisia e l'Egitto.
I governi di Tunisia ed Egitto sono continuazioni dei vecchi regimi di questi paesi. Nessun autentico processo di democratizzazione ha avuto luogo. I regimi "contro-rivoluzionari" hanno aperto la Tunisia e l'Egitto all'ulteriore controllo economico degli Stati Uniti dell'UE sotto le cosiddette "riforme democratiche" e nuovi "investimenti stranieri." [63] Con il lancio della guerra, Tunisi avrebbe apertamente dato il suo appoggio alla guerra, mentre la giunta militare egiziana avrebbe fornito un sostegno segreto. E' stato rivelato, di conseguenza, a Londra, che vi erano piani per inviare forze di terra britanniche al confine libico con la Tunisia. [64] Il governo britannico ha giustificato ciò con il pretesto di aiutare i rifugiati in fuga dalla Libia. [65] La presenza di truppe straniere, in particolare sotto l'UE e la NATO, sarebbe orientato alla divisione della Libia in un protettorato o mandato fiduciario. Ciò probabilmente prenderà forma sotto due amministrazioni separate, con sede rispettivamente a Tripoli e a Bengasi. Se l'occupazione dovesse esserci, verrebbe concordata da parte di almeno uno, o di entrambi, i governi di una Libia divisa, con capitali rispettivamente Tripoli e Bengasi.

La giustificazione della guerra si trasforma: si consolida la missione dell'inganno
Il presidente Obama e i suoi alleati, hanno inizialmente detto che la guerra non era volta a un cambio di regime, ma hanno fatto marcia indietro. Mentre Obama ancora negava che un qualsiasi cambio di regime avrebbe avuto luogo, il senatore McCain lo contraddiceva dicendo: "Cerchiamo di essere onesti con noi stessi e il popolo americano. Il nostro obiettivo in Libia è il cambiamento di regime, se l'Amministrazione [Obama] vuole chiamarlo così o no."[66] Allo stesso modo in Canada, il primo ministro Stephen Harper e il suo ministro della difesa hanno confermato che il cambio di regime è un obiettivo. [67]
Tutti i marchi di garanzia dell'inganno sono presenti. Gli obiettivi non dichiarati in Libia sono sempre stati gli stessi, ma come in Iraq, gli obiettivi dichiarati pubblicamente sono cambiati. Obama, il presidente Sarkozy, e il primo ministro Cameron hanno ormai ammesso in una lettera congiunta, che la missione in Libia non sarà finita fino a quando Gheddafi sarà rimosso. [68] Questo significa un cambiamento di regime. Può anche essere parte di una strategia per spingere Gheddafi ad accettare la partizione Libia, per salvare se stesso e il suo regime. Andando avanti, il senatore John McCain e l'ammiraglio Stravridis hanno affermato che una situazione di stallo strategico tra Gheddafi e il Consiglio di transizione in Libia è inaccettabile per Washington o per gli interessi degli Stati Uniti, mentre ironicamente e senza volerlo, hanno ricordato che le no-fly zone e le sanzioni delle Nazioni Unite “non hanno avuto successo." [69] Se le no-fly zone e le sanzioni delle Nazioni Unite non funzionano nella protezione dei civili, perché sono imposte alla Libia, in primo luogo? Le no-fly zone e le sanzioni imposte alla Libia non sono destinate a proteggere i civili o a fermare i combattimenti, ma sono destinati ad indebolire le difese della Libia.
Le no-fly zone coprono l'intera Libia e non esclusivamente le zone controllate dal Consiglio di transizione. Se la logica della zone no-fly è quella di proteggere i civili, le no-fly zone sarebbero stato applicato alla zona intorno a Bengasi e Tripoli e non nella parte occidentale della Libia. Ciò significa che la Casa Bianca e l'Unione europea hanno utilizzato le no-fly zone come pretesto per scatenare una guerra di aggressione militare contro la Libia. Mentre il presidente Obama ha dichiarato, in un discorso televisivo del 28 marzo 2011, che gli Stati Uniti stanno aiutando il Consiglio di transizione di Bengasi perché è nell'interesse del governo degli Stati Uniti. [70]
Il cambio di regime, piuttosto che proteggere i civili, è l'obiettivo dichiarato della guerra. Gli Stati Uniti e l'Unione europea l'hanno originariamente negato, ma con il tempo hanno dato libero sfogo parlando di cambiamento di regime e contemporaneamente smentito un cambio di regime a Tripoli. Obama ha anche dichiarato questo obiettivo: "Qui non c'è il dubbio che la Libia - e il mondo - starebbe meglio con Gheddafi fuori dal potere. Io, insieme a molti altri leader mondiali, ho abbracciato tale obiettivo, e la perseguiamo attivamente con mezzi non militari". [71]

Altri inganni: il mantenimento della pace dell'Unione europea e della NATO
L'Unione europea ha anche fatto i preparativi per schierare una forza militare europea in Libia chiamata EUFOR-Libia. [72] Il governo tedesco è stato il sostenitore principale, ma defilato, di ciò. [73] Questo è presentato sotto le mentite spoglie di una missione di pace in Libia. È essenzialmente la stessa cosa con i peacekeepers della NATO, ma sotto un nome diverso.
La NATO si sta muovendo nel colmare i cosiddetti vuoti "post-conflitto" nei luoghi in cui il Pentagono e le sue coorti portano la guerra. Questo è successo dall'ex Jugoslavia all'Afghanistan e al Libano. Si tratta di una nuova strategia di moderna colonizzazione. L'uso della NATO può avvenire in modo formale o informale. In Libano, la NATO ha voluto inviare truppe, ma quando i campanelli di allarme hanno cominciato a suonare tra i popoli libanese e arabo, il nome della NATO è stato formalmente rimosso. Invece i membri della NATO hanno inviato le loro truppe in Libano, ma non sotto il nome di NATO. L'operazione è diventata informale.
Il ruolo della NATO in Libano non è stata elaborata nello spirito di pace. In realtà, il generale Alain Pellegrini, l'ex comandante militare delle United Nation Interim Force in Lebanon (UNIFIL), in un'intervista al quotidiano libanese Safir, ha confermato che il Pentagono aveva previsto di lanciare un'invasione NATO del Libano, per aiutare Israele e utilizzare la NATO per occupare il Libano, nel 2006.

Il Pentagono e la NATO prolungano la guerra per approfondire il loro controllo
Più di un mese dopo le sue affermazioni sui tentativi di Gheddafi di usare armi chimiche contro i civili, il generale Abdul Fatah Al-Yunis ha anche detto che la NATO è stata lenta ad agire a sostegno del Consiglio di transizione di Bengasi. La sua precedente dichiarazione sulle armi chimiche era finalizzata a rafforzare il supporto all'intervento militare straniero, era una bugia. La sua ultima affermazione, tuttavia, potrebbe essere sia uno sforzo coordinato di propaganda che mira a consolidare le sempre maggiori richieste di intervento militare della NATO, o un chiaro segno che la NATO ha volutamente utilizzare le risposte adeguate per fare diventare il Consiglio di transizione più dipendente dal sostegno straniero e per prolungare gli scontri interni in Libia. [74] Può essere entrambe le cose.
Al-Jazeera ha riferito queste dichiarazioni alla sua conferenza stampa:
"Purtroppo, e mi dispiace dirlo, la NATO ci ha deluso. I miei collaboratori sono stati in contatto con funzionari della NATO per orientarla verso gli obiettivi che dovrebbero proteggere i civili, ma fino ad ora, la NATO non ci ha dato quello che ci serve", ha detto. […] I civili muoiono ogni giorno a causa della mancanza di cibo o di latte, anche i bambini stanno morendo. Anche per i bombardamenti. Se la NATO attende un'altra settimana, sarà un crimine che la NATO dovrà sopportare. Cosa sta facendo la NATO? Sta bombardando solo alcune aree definite", aveva detto. "Quando una grande forza di carri armati e anche di artiglieria, è in rotta per Bengasi, Ajdabiya o Brega, informiamo sempre subito la NATO. Perché noi non abbiamo tali armi. La reazione della NATO è molto lenta. Con il tempo che l'informazione impiega per arrivare da un funzionario all'altro, fino a raggiungere il comandante sul campo, ci vogliono ore. [Sic]. "Queste forze aspetteranno ore e ore per essere bombardate? No, andranno in città e la bruceranno. Questo è il motivo per cui voglio che la NATO stia con noi e ci sostenga, in caso contrario chiederò al Consiglio nazionale [dell'opposizione] di affrontare la questione al Consiglio di Sicurezza dell'ONU."[75]
Il Generale Al-Yunis ha inoltre affermato: "Se la NATO voleva rimuovere l'assedio di Misurata, l'avrebbe fatto giorni fa [durante i suoi attacchi contro i militari libici]". [76] A questo proposito, Al-Yunis ha ragione. Gli Stati Uniti e la NATO stanno deliberatamente prolungando la guerra e, per il momento, stanno cercando di mantenere una situazione di stallo strategico in Libia, nel loro sforzo di controllare l'intero paese. Questo fa parte dei loro piani per indebolire la Libia sia attraverso la partizione che attraverso una balcanizzazione morbida. sotto un nuovo sistema federale.

NOTE 
1 Ken Dilanian, “CIA officers in Libya re aiding rebels, US officials say,” Chicago Tribune, 30 Marzo 2011.
2 Howard LaFranchi, “Libya: US closes embassy in Tripoli, sanctions loom,” Christian Science Monitor, 25 Febbraio 2011; Embassy of the United States in Libya, “
US Embassy Tripoli Warden Message – US Government Suspension of Operations,” 25 Febbraio 2011
3 Nicolas Squires, “Libya: Italy repudiates friendship treaty, paving way for future military action,” The Daily Telegraph (UK), 28 Febbraio 2011.
4 Mark Hosenball, “US agents were in Libya before secret Obama order,” Reuters, 31 Marzo 2011.
5 Ibid.
6 Ibid.
7 Michel Chossudovsky, “When War Games Go Live: 'Staging' a 'Humanitarian War' against 'SOUTHLAND,'” Global Research, 16 Aprile 2011.
8 Air Defence and Air Operation Command, 
Southern Mistral 11: Assets Deployed, 15 Febbraio 2011.
9 Liam Fox, “Liam Fox: Libya crisis shows why we're right on defence reform,” The Sunday Telegraph (UK), 26 Febbraio 2011
10 James Kirkup e Richard Spencer, “Libya: British Army ready for mission at 24 hours' notice,” The Daily Telegraph (UK), 4 Marzo 2011.
11 Ibid.
12 Martin Chulov, Polly Curtis and Amy Fallon, “'SAS unit' captured in Libya.” The Guardian (UK), 6 Marzo 2011.
13 Caroline Gammell, Nick Meo, and James Kirkup, “Libya: SAS mission that began and ended in error,” The Daily Telegraph (UK) 6 Marzo 2011.
14 Ibid .; Dilanian, “CIA officers,” Op.cit.; Il Chicago Tribune ha detto questo riguardo alla missioni di intelligence inglese: “gli agenti della CIA in Libia fanno parte di un contingente operativo occidentale. Il pubblico è tenuto all'oscuro delle attività fino al 6 Marzo, quando un gruppo delle special force inglese, e un membro dell'intelligence service, sono catturati dai ribelli e rilasciati.”
15 Michael Georgy and Maria Golovina, “Libya to hand over captured Dutch marines – Gaddafi son,” Reuters, ed. Philippa Fletcher, 10 Marzo 2011; Associated Press (AP), “Gaddafi's forces capture Dutch marines on rescue mission,” 3 Marzo 2011.
16 Ibid.
17 Ibid.
18 Steven Erlanger, “French Aid Bolsters Libyan Revolt,” The New York Times, 28 Febbraio 2011.
19 Akhtar Jamal, “US, UK, French forces land in Libya,” Pakistan Observer, 28 Febbraio 2011.
20 Charles Levinson, Ex-Mujahedeen Help Lead Libyan Rebels, The Wall Street Journal (WSJ), 2 Aprile 2011.
21 Joseph Felter e Brian Fishman, Al-Qa'ida's Foreign Fighters in Iraq: A First Look at the Sinjar Records (West Point, NY: West Point US Military Academy, 2007), pp.7-12.
22 Erlanger, “French Aid Bolsters,” Op. cit.
23 Ibid.
24 David Brunnstrom, “NATO meets to decide alliance in Libya,” Reuters, 23 marzo 2011.
25 David Brunnstrom et al., “NATO to enforce Libya embargo, stuck on no-fly,” Reuters , ed. Paul Taylor, 22 Marzo 2011.
26 Jamey Keaten e Slobodan Lekic, “World Leaders Meet in Paris for Critical Libya Talks,” Associated Press (AP) 19 Marzo 2011.
27 Barack
http://icecdn.irv.brandaffinity.net/sb43/ice/FT_10x10a.png Hussein Obama, Remarks of the President in Address to the Nation on Libya (Address, National Defense University, Washington, DC: 28 Marzo 2011).
28 Terri Judd, “French jets enforce no-fly zone as America plays done its role,” The Independent (UK), 21 Marzo 2011.
29 Omar Karmi, “US deploys naval and air forces near Libya,” The National (UAE), 1 Marzo 2011; Ian Black et al., “Libya crisis: Britain, France and US prepare for air strikes against Gaddafi,” The Guardian (UK), 17 Marzo 2011.
30 United States Senate Armed Services Committee, US European Command and US Strategic Command in review of the Defense Authorization Request for Fiscal Year 2012 and the Future Years Defense Program, 112th Congress, 2011, 1st Session, 29 Marzo 2011.
31 Today's Zaman, “Turkey will run Benghazi airport,” 29 Marzo 2011.
32 Ibid.
33 US Senate Armed Services Committee, Testimony on US Transportation Command and US Africa Command in review of the Defense Authorization Request for Fiscal Year 2012 and the Future Years Defense Program, 112th Congress, 2011, 1st Session, 7 Aprile 2011.
34 David Stringer, “Top envoys agree Libya's Moammar Gadhafi must step down but don't discuss arming rebels,” Associated Press (AP), 29 Marzo 2011.
35 Rod Nordland, “Libyan Rebels Say They're Being Sent Weapons,” The New York Times, 16 Aprile 2011.
36 Ibid.
37 Anders Fogh Rasmussen, “Battle for Libya,” intervista di Ghida Fakhry, Al Jazeera, 8 Aprile 2011.
38 Ibid.
39 Ibid.
40 Ibid.
41 Ibid.
42 Mahdi Darius Nazemroaya “'Operation Libya' – Recognizing the Opposition Government Constitutes a Pretext for Military Intervention,” Global Research, 13 Marzo 2011.
43 Nigel Morris and Oliver Wright, “Clinton: UN resolution gives us authority to arm Libyan rebels,” The Independent (UK), 30 Marzo 2011.
44 Julian Borger and Ewen MacAskill, “No-fly zone plan goes nowhere as US, Russia and Nato urge caution,” The Guardian (UK), 1 Marzo 2011.
45 Stringer, “Top envoys agree,” Op. cit .
46 Dilanian, “CIA officers,” Op. cit .
47 Karen DeYoung and Greg Miller, “In Libya, CIA is gathering intelligence on rebels,” The Washington Post, 30 Marzo 2011.
48 Giles Elgood, “Egypt arming Libyan rebels Wall Street Journal reports,” Reuters , ed.
Andrew Roche, 18 Marzo 2011.
49 Ibid.
50 Nordland, “Libyan Rebels,” Op. cit.; L'Emiro del Qatar lo conferma dicendo a Wolf Blitzer della CNN, che ci dovrebbe essere un programma per inviare armi al Consiglio di Transizione da fuori della Libia.
51 James Kirkup, “Libya: Arab states urged to train and lead rebels,” The Daily Telegraph (UK), 22 aprile 2011; A questo proposito, James Kirkup scrive: "Il governo britannico ha reso chiaro che non parteciperà pubblicamente a nessuna azione di addestramento in Libia, credendo che ogni livello di intervento di terra deve essere fatto degli stati arabi".
52 Atul Aneja, “Opposition allies mull 'political solution' in Libya,” The Hindu, 8 aprile 2011; citando Bloomberg, Aneja riferisce: "Non sorprende che gli Stati Uniti e l'Italia stanno seriamente pensando di armare le forze di opposizione libica, in seguito ai colloqui a porte chiuse a Washington tra il segretario di Stato Usa Hillary Clinton e il ministro degli Esteri italiano Franco Frattini, ha riferito Bloomberg."
53 Kirkup, “Libya: Arab states,” op. cit.
54 Jordan Times, “'Jordanian fighters protect aid mission'” 2 aprile 2011.
55 Kirkup, “Libya: Arab states,” Op. cit.
56 Ibid.
57 Scott Peterson, “Italy rejects Qaddafi, recognizes Libyan rebel government,” Christian Science Monitor, 4 Aprile 2011; Elgood, “Egypt arming Libyan,” Op. cit.
58 US Senate Armed Services Committee, US European Command, Op. cit.
59 US Senate Armed Services Committee, US Transportation Command, Op. cit.
60 Jackson Diehl, “McCain: US 'making up reasons' to avoid action on Libya,” The Washington Post, 1 marzo 2011.
61 US Senate Armed Services Committee, US European Command, op. cit.; L'ammiraglio Stravridis ha anche detto alla Commissione Forze Armate degli Stati Uniti che dovrebbe rendersi conto che la NATO ha una tradizione di stazionamento delle truppe nella ex Jugoslavia e in Afghanistan, come un precedente per la Libia.
62 Nicole Gaoutte e Viola Ginger, “Clinton will Travel to Egypt, Tunisia, Meet With Libyan Opposition Leaders,” Bloomberg, 10 marzo 2011.
63 Ibid.
64 Nigel Morris, “British troops could be deployed to Tunisia,” The Independent (UK), 28 aprile 2011.
65 Ibid.
66 US Senate Armed Services Committee, US Transportation Command, Op. cit.
67 Mark Kennedy, “Canada joins UN coalition aerial mission on Libya,” Edmonton Journal, 19 marzo 2011; Agence-France Presse (AFP), “Canada wants Kadhafi out but will keep to UN mandate,” 22 marzo 2011.
68 The Daily Mail (UK), “MPs rebel over Libya mission creep as Cameron, Obama and Sarkozy promise to keep bombing until Gaddafi regime is gone,” 15 Aprile 2011.
69 US Senate Armed Services Committee, US European Command, Op. cit.
70 Barack H. Obama, Remarks of the President, Op.cit.
71 Ibid.
72 Hürriyet Daily News and Economic Review, “EU deploys to Libya despite UN concern as rebels welcome US drones,” 22 aprile 2011.
73 Der Spiegel, “Change of Course? Berlin Open to Humanitarian Involvement in Libya,” 8 Aprile 2011.
74 Per esempio le dichiarazioni del General Yunis sono state usate per spingere all'escalation militare dal Senator McCain all'US Senate Arms Services Committee.
75 Al Jazeera, “Libyan rebels 'disappointed' by NATO”, 5 Aprile 2011.
76 Borzou Daragahi, David S. Cloud, and Ned Parker, “Rebel leader in Libya demands more of NATO,” The Los Angeles Times, 5 Aprile 2011


O que os Media NÃO vão mostrar:


I - KADDAFI, POR PIOR QUE SE QUEIRA CONSIDERAR OU JULGAR, 
    TEMOS QUE REFERIR E DAR A CONHECER QUE A ONU   
    CONSTATOU EM 2007, O SEGUINTE:

1 - Maior Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África ;

2 - Ensino gratuito até à Universidade;
 
3 - 10% dos alunos universitários estudam na Europa, EUA, etc... e com tudo pago;

4 - Ao casar, o casal recebe até 50.000 US$ para adquirir seus bens;
 
5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos de última geração, etc...;
 
6 - Empréstimos pelo Banco estatal sem juros;

7 - Inaugurado em 2007, maior sistema de irrigação do mundo, que vem tornando o deserto (95% da Líbia)  em fazendas produtoras de alimentos.;
E assim vai....(ou ía)

II - PORQUE DETONAR A LÍBIA ENTÃO?....  
Três (3) principais motivos:

1 - Possuir o seu petróleo, de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas;

2 - Fazer com que todo mar Mediterrâneo fique sob controle da NATO. Só falta agora a Síria;

3 - E, provàvelmente, um dos maiores motivos, é que o Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema mundial Financeiro.
As suas reservas são toneladas de ouro, dando cobertura ao valor da moeda, o dinar, e desatrelado das flutuações do dólar.

O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, por ter apresentado e  quase conseguir, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar.

III - O QUE É O ATAQUE HUMANITÁRIO PARA LIVRAR O POVO LÍBIO:
1 - A NATO comandada pelos EUA, já bombardearam as principais cidades Líbias com milhares de bombas e mísseis que são capazes de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra estrutura de água, esgoto, gás e luz estão sèriamente danificados;

2 - As bombas usadas contem DU (Uranio depletado) tempo de vida 3 bilhões de ano (causa cancer e deformações genéticas);
 
3 - Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicológicamente por causa das explosões que parecem um terremoto e racham as casas;
 
4 - Com o bloqueio marítimo e aéreo da NATO, principalmente as crianças sofrem com a falta de remédios e alimentos;
 
5 - A água já não mais é potável em boa parte do país. De novo as crianças são as mais atingidas;

6 - Cerca de 150.000 pessoas por dia,  deixam o país através das fronteiras com a Tunísia e o Egito. Vão para o deserto ao relento, sem água nem comida;
 
7 - Mesmo que o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: Água e comida.
De uma população de 6,5 milhões de pessoas.

Em suma: O bombardeio "humanitário", acabou com a nação líbia. Nunca mais haverá a nação Líbia. Foram varridos do mapa.

SIMPLES ASSIM, COMO SE ESSAS VIDAS NADA REPRESENTASSEM..., A FAVOR DE UMA LIBERDADE QUE SÓ OS EUROPEUS E AMERICANOS CONHECEM, E QUANDO LHES CONVÉM.