Total Pageviews

There was an error in this gadget

Friday, November 04, 2011

DIETA COM SEXO...CUIDADO COM O EXCESSO...



Dieta com Sexo Uma Dieta Muito Boa
Sexo é  maneira mais eficiente de perder peso,
porque se trata de exercícios com muito prazer. 

Veja quantas calorias você pode perder durante uma transa.
TIRANDO A ROUPA
Com consentimento dela........ ......... ......... ..... 10 calorias
Sem consentimento dela........ ......... ......... ....190 calorias
ABRINDO O SUTIÃ
Com as duas mãos....... ......... .......... ......... .... 8 calorias
Com uma mão.......... .... .......... ......... ......... 32 calorias
COLOCANDO A CAMISINHA
Com ereção........... ..... .......... ......... ......... ....6 calorias
Sem ereção........ ......... .......... ......... ......... 644 calorias
NA HORA DA TRANSA
Tentando encontrar o clitóris... ........ ......... ......12 calorias
Tentando encontrar o ponto G......... ......... .......13 calorias
Tentando fazer ela virar a bunda. ......... ......... 348 calorias
POSIÇÕESPapai e Mamãe... ....... ..... .... ............. ........12 calorias
Frango assado...... ......... ......... ............... ...20 calorias
Peão de boiadeiro... ........ ......... ......... ......... 89 calorias
Cata cavaco na bunda........ ...... .................. 310 calorias
69 deitado..... ..... ......... ......... ....... ........... 10 calorias
69 em pé..(é dureza)...... .... ......... ......... ..  912 calorias
APÓS O ORGASMO
Ficar na cama abraçadinho.. ..  ......... ......... ... 18 calorias
Virar de lado........ ......... ..... ....... ......... ... .. 36 calorias
Explicar pra ela por que virou de lado..............814 calorias
TENTANDO DAR A SEGUNDA
Se você tem de 16 a 19 anos.............. ......... .. 12 calorias
Se você tem de 20 a 29 anos..... ......... ......... .. 38 calorias
Se você tem de 30 a 39 anos....... ........ ......... 112 calorias
Se você tem de 40 a 49 anos..... .......... ......... 326 calorias
Se você tem de 50 a 59 anos....... ........ ......... 973 calorias
Se você tem 60 anos ou mais...... .......... ......2.926 calorias
COLOCANDO A ROUPA
Colocando a roupa calmamente.. ....... .......... .. 32 calorias
Com pressa de se mandar...... ..... ......... ........ 96 calorias
Com marido dela batendo a porta... .... ..2.438.000 calorias
--


Sexo na adolescência pode afetar desenvolvimento do cérebro e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.
Por  em 4.12.2011 as 18:00

Usar notebook no colo pode prejudicar os espermatozóides

Homens, tirem já o notebook do colo. Uma nova pesquisa aponta que segurar computadores com internet wireless próximo aos órgãos genitais pode provocar infertilidade. Mas ao contrário do que você deve estar pensando, não é pelo calor do notebook.
Células de esperma coletadas em laboratório e colocadas embaixo de um laptop com internet sem fio durante quatro horas tinham menos mobilidade e mais danos no DNA do que esperma colocado em outra sala, longe de aparelhos eletrônicos, mas com a mesma temperatura.
A temperatura alta pode diminuir a quantidade de esperma, e o uso de computadores portáteis no colo aumentam a temperatura escrotal. Mas as novas descobertas sugerem que não era a temperatura do notebook que estava afetando os espermatozóides, mas a radiação.
Uma boa mobilidade dos espermatozóides e o DNA intacto é muito importante na hora da fertilização do óvulo. Pesquisadores especulam que usar o notebook muito próximo aos testículos pode resultar na diminuição da fertilidade.
As células de esperma são mais vulneráveis porque, ao contrário dos outros tipos de célula, tem seu DNA altamente condensado em uma pequena área. Isso os torna mais propensos a sofrer com os efeitos da radiação.
É possível que os campos magnéticos e eletromagnéticos produzidos pelas ondas de rádio danifiquem moléculas do esperma chamadas fosfolipídios – necessárias para manter as membranas das células de esperma intactas.
Ainda não se sabe se todos os notebooks podem trazer os mesmos efeitos observados no estudo, nem se outros fatores podem aumentar ou diminuir o dano. Outra possibilidade é que até mesmo a baixa radiação produzida pelo computador sem conexão com a internet produza lesões nos espermatozoides.
 Por  em 4.12.2011 as 11:30

Caso do “fantasma tarado” é explicado


Uma mulher britânica afirma que ela foi tocada e apalpada por uma presença invisível durante a noite, e suspeita que o autor seja um fantasma pervertido.
Doris Birch, uma avó de Herne Bay, na Inglaterra, afirma que “é como um polvo. Começou meses atrás. Eu estava deitada na cama quando senti um par de mãos sinistras. Eu chutei freneticamente e ele foi embora. Na segunda vez eu atirei o edredom no chão”.
E aconteceram várias vezes desde então. Imaginando que a experiência talvez fosse causada pelas cobertas, Birch tentou dormir sem edredom, e até trocou o colchão. Mas a coisa continuou. A blogueira Alexandra Holzer sugeriu que a melhor forma para investigar o fenômeno seria com um caçador de fantasmas e um conhecimento maior da história da casa. Ela deu a entender que Birch estava sendo atormentada pelo fantasma de um pervertido sexual que abusou de outras mulheres no passado. Mesmo a morte não pode parar o rapaz, e seu espírito ainda abusa de avós durante o sono.
Essa pode ser a explicação, mas antes de chamar caçadores para lidar com o abuso além do túmulo, Birch talvez se interesse por uma explicação mais plausível, uma do livro “Investigação Científica Paranormal”, de Benjamin Radford.
Na verdade, relatos de fantasmas que apalpam não são tão raros assim. Enquanto a maioria das notícias de fantasmas envolvem figuras borradas ou pontos brancos, em fotografias ou pessoalmente, muitas aparecem como a de Birch, que não vê, mas sente a presença à noite.
Crença e psicologia geralmente têm um papel importante nos fenômenos de fantasmas. A melhor pista para entender o que acontece no quarto de Birch é o fato de que as sensações ocorrem sempre à noite, quando ela está dormindo ou quase dormindo ou acordando.
Psicólogos sabem que o cérebro é muito suscetível a alucinações e sonhos lúcidos durante esses momentos, em que a consciência diminui. As pessoas geralmente têm visões quando estão acordando ou quase dormindo. Isso não é mais real do que um sonho, mas pode causar medo e preocupação se a pessoa acredita que as experiências são fruto de um fantasma ou entidade ruim.
Elas geralmente descrevem essas situações como assustadoras, paralisantes, marcantes, e como sendo puxadas ou seguradas por uma força invisível. Muitas também estão convencidas de que estavam completamente acordadas. O relato de Birch bate com esse fenômeno, que tem sua relação com o mito da sucubus: um demônio feminino sensual que abusa dos homens quando estão dormindo.
É importante notar que muitas pessoas completamente sãs e racionais têm essas experiências. O estudioso de lendas David Hufford, em seu livro “O terror que vem a noite”, estima que 15% das pessoas têm esse tipo de experiência alguma vez na vida. Os “ataques” são resultado de funções comuns cerebrais, e a forma e as especificidades são produto do sistema de crenças da pessoa.
Essa explicação psicológica – em oposição à paranormal – também responde dois aspectos da experiência de Birch. O estranho fenômeno parou assim que ela chutou, porque estava completamente acordada no momento. É por isso também que trocar o colchão não levou o fantasma embora; o problema não estava nele, nem na casa, mas nos distúrbios de sono.
Não é surpresa que as pessoas que não possuem conhecimento de psicologia interpretem suas experiências como reais, assustadoras, e causadas por um fantasma. Ironicamente, os caçadores de fantasmas acabam pondo mais fogo nos medos como o de Birch do que ajudando. E no final, a verdade é mais confortante do que acreditar que você está sendo apalpado por um fantasma de um pervertido desencarnado.
Por  em 4.12.2011 as 11:00 e atualizado em 5.12.2011 as 19:51

Mulheres fingem orgasmo para manter o parceiro


Um novo estudo afirma que mulheres não muito certas da fidelidade do parceiro têm mais tendência a fingir orgasmos, assim como outros comportamentos para “garantir” o homem.
“Essa é a primeira pesquisa a quantificar a ligação entre suspeita de infidelidade e tendência a fingir orgasmos”, afirma a pesquisadora do estudo e da Universidade de Columbia, Famaz Kaighobadi.
Mas ela comenta algo que é fácil de imaginar: a suspeita de infidelidade não é a única razão para que elas finjam “chegar lá”.
“A maioria das vezes, as mulheres só estão fazendo isso para fortalecer a relação”, comenta. “Algumas vezes elas podem fingir para demonstrar amor e vontade com o parceiro”.
O estudo foi baseado em entrevistas com mulheres, a maioria na faculdade, e todas heterossexuais. Pesquisas sobre o orgasmo feminino são relativamente raras. Kaighobadi comenta que estudos anteriores usaram questões abertas sobre o comportamento sexual, e cerca de metade das respostas apontavam para pelo menos um orgasmo falso durante a vida (em comparação com cerca de 25% dos homens).
“Uma razão particular que emerge de muitos estudos é a tentativa de manter o interesse do parceiro no relacionamento, ou prevenir que ele traia ou termine”.
Para confirmar se esses boatos tinham mesmo uma base factual, Kaighobadi distribuiu questionários para 453 mulheres, entre 18 e 46 anos, que estiveram em uma relação por pelo menos 6 meses. A maioria era da Flórida, universitárias, com 20 anos ou pouco mais.
Foram coletadas informações sobre a demografia, a dinâmica do relacionamento e o comportamento sexual, incluindo a questão do orgasmo. Elas também disseram se o parceiro havia alguma vez traído e se eles pareciam querer fazer isso no futuro.
Cerca de 54% das participantes do estudo revelaram que em algum ponto do relacionamento tinham mentido um orgasmo. Esse grupo também mostrou-se mais suspeito sobre a fidelidade do que as que nunca tinham fingido.
Kaighobadi afirma que essas também tinham mais tendência a comportamentos que os psicólogos chamam de “guarda-parceiro”. Eles vão de simples cuidados com a aparência, até saber sempre aonde ele vai e brigar com outras mulheres.
“Parece que aquelas que fingem mais um orgasmo também são as que se comportam dessa maneira”, comenta a pesquisadora.
Os estudiosos não questionaram o nível de satisfação com a vida sexual, então não é possível saber se existe uma relação entre prazer e fingimento.
A pesquisa pode ajudar a desvendar a discussão acadêmica sobre o orgasmo feminino: se é uma adaptação, dando algo como uma vantagem evolucionária para o sexo feminino. Os pesquisadores discutem se o orgasmo ajuda uma mulher a reter esperma de bons parceiros e a manter o interesse do homem – ambas consideradas funções adaptativas.
Por  em 27.11.2011 as 17:00

Sexo é a chave para uma aposentadoria feliz


Cientistas descobriram que existe uma ligação direta entre o número de vezes que pessoas com mais de 65 anos têm relações sexuais e suas chances de uma vida e de um casamento contentes.
Pessoas mais velhas que se envolveram em atividade sexual mais de uma vez por ano eram cerca de 50% mais propensas a se descrevem como “muito felizes”, do que aquelas que eram celibatários por pelo menos um ano.
“Este estudo vai ajudar a despertar o interesse no desenvolvimento de abordagens diferentes para lidar com questões que limitam ou impedem os adultos mais velhos de ter atividade sexual”, diz a autora do estudo, Adrienne Jackson.
Segundo os pesquisadores, destacar a relação entre sexo e felicidade ajuda no desenvolvimento e organização de intervenções específicas de saúde sexual para este crescente segmento da nossa população – os idosos.
No estudo, pesquisadores entrevistaram 238 pessoas casadas com mais de 65 anos nos Estados Unidos. Eles descobriram que a frequência de atividade sexual foi significativamente relacionada com a felicidade geral e conjugal.
Quase 60% dos que tiveram relações sexuais mais de uma vez por mês estavam “muito felizes” com sua vida em geral, em comparação com apenas 40% daqueles que não faziam sexo há mais de um ano.
Da mesma forma, 59% dos que não relataram atividade sexual nos últimos 12 meses estavam “muito felizes” com seu casamento, ao contrário de quase 8 em 10 que tiveram relações sexuais mais de uma vez por mês.
A associação permaneceu mesmo após os cientistas levarem em conta fatores como idade, sexo, estado de saúde e satisfação com a situação financeira.
O novo estudo apoia várias outras pesquisas que apontam o sexo como fazendo parte uma aposentadoria feliz.
Um estudo na Califórnia concluiu que mulheres entre as idades de 60 e 89 anos que desfrutavam de uma vida sexual ativa tinham uma melhor qualidade de vida e eram mais felizes. Também, um relatório constatou que a geração baby boomer era mais satisfeita com sua aparência e vida sexual do que as pessoas mais jovens. 60% disseram que o sexo era mais satisfatório depois dos 50 anos.
Por  em 21.11.2011 as 15:00

Mulheres que fazem sexo antes dos exames tiram melhores notas

Investigadores americanos da Universidade da Califórnia (San Diego Center for Brain and Cognition) garantem que mulheres entre os 18 e 25 anos obtêm melhores resultados se tiverem relações sexuais antes dos seus exames.
Ao que parece o estudo desenvolvido ao longo de 3 anos, teve uma larga adesão e não deixou margem de dúvida.
Os investigadores afirmam que durante o acto sexual, aumenta o número de pulsações por minuto, o que melhora a qualidade da circulação sanguínea. Tal possibilita às células neuronais receber mais oxigénio, facilitando a eliminação de substâncias nocivas ao organismo. O sexo permite levar mais sangue ao cérebro e aos outros órgãos, contribuindo assim para a saúde geral do corpo. Este fluxo de sangue renovado dá às suas células um aumento de oxigénio e hormonas. Facilitando a eliminação das tais substâncias nocivas que provocam cansaço ou o aparecimento de doenças.
Uma outra vertente do estudo, provou também que relações sexuais provocam efeitos benéficos no foro psicológico, ou seja ficou provado que as mulheres ganham mais auto-confiança após o acto sexual, variável considerada relevante no estudo, por se estar a estudar mulheres colocadas em situação de avaliação.
Mais que nunca os homens vão gostar da época de exames!!!
FONTE: www.javiste.com

No comments: